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Na segurança executiva e de autoridades, a proteção da pessoa não pode ser dissociada d...

Na segurança executiva e de autoridades, a proteção da pessoa não pode ser dissociada da proteção da informação. Dados relativos a rotinas, deslocamentos, agendas, hábitos e padrões comportamentais constituem ativos sensíveis que, quando expostos, ampliam significativamente a superfície de risco e favorecem a atuação de agentes hostis. A doutrina especializada reconhece que falhas informacionais e comportamentais precedem a maioria dos incidentes graves envolvendo autoridades protegidas.


À luz da doutrina da segurança executiva e de autoridades, assinale a alternativa que melhor expressa a concepção tecnicamente correta de segurança da informação aplicada à proteção de autoridades.


A

A segurança da autoridade está essencialmente vinculada à eficiência da escolta armada, sendo a proteção da informação um elemento secundário, relevante apenas em operações de maior visibilidade.


B

A proteção informacional deve concentrar-se na confidencialidade de planos operacionais formais, admitindo-se maior flexibilidade quanto à exposição de rotinas e hábitos da autoridade em ambientes considerados seguros.


C

A segurança da informação na proteção de autoridades depende prioritariamente de meios tecnológicos e de protocolos escritos, cabendo ao agente apenas o cumprimento formal das ordens estabelecidas.


D

A proteção eficaz da autoridade exige o controle rigoroso de informações sensíveis, a mitigação contínua de vulnerabilidades, especialmente as comportamentais, e a adoção permanente de postura discreta e disciplinada pelo agente, em serviço e fora dele.


E

A discrição excessiva compromete a integração da equipe de segurança, razão pela qual a ampla circulação de informações internas reduz riscos operacionais.