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O estudo radiográfico dos ápices pulmonares pode exigir a realização da incidência em lordose apical (Método de Fleischner), que permite deslocar as clavículas cranialmente para evitar a ocultação de lesões no terço superior do pulmão. Este posicionamento é desafiador em pacientes debilitados, exigindo adaptações técnicas pelo profissional. No que diz respeito à execução e física da imagem na incidência lordótica de tórax, assinale a alternativa correta.
A radiografia de tórax lordótica deve ser realizada exclusivamente em expiração forçada total, sendo vedada a utilização de filtros de compensação para evitar a sobre-exposição dos seios costofrênicos posteriores.
O posicionamento em decúbito lateral com raios horizontais (Método de Hjelm-Laurell) é a técnica de escolha para substituir a lordótica apical em casos de suspeita de calcificação idiopática da aorta ascendente.
O paciente deve ser posicionado a cerca de trinta centímetros do Bucky vertical, inclinando o tronco para trás até que os ombros toquem o suporte, mantendo-se a inspiração profunda durante a exposição.
A incidência lordótica apical exige que o raio central seja direcionado obrigatoriamente para a sínfise púbica com uma angulação cefálica de quarenta e cinco graus, visando a desmineralização dos arcos costais anteriores.