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Em um laboratório de análises clínicas, durante a fase pré-analítica e analítica de exames bioquímicos, foram observadas as seguintes condutas por parte de um técnico em laboratório:
• utilização de pipeta automática sem verificação prévia de calibração;
• aspiração de reagentes sem uso de ponteira descartável nova a cada amostra;
• centrifugação de tubos de volumes distintos, sem balanceamento adequado;
• identificação incompleta das amostras, contendo apenas o nome do paciente;
• preparo de solução tampão sem conferência do pH final.
Na perspectiva das técnicas básicas de laboratório, dos princípios de boas práticas laboratoriais e das atribuições do técnico em laboratório, qual é a conduta profissional mais adequada frente às situações apresentadas?
A calibração de pipetas é responsabilidade exclusiva do setor de engenharia clínica, não interferindo na rotina diária do técnico.
A reutilização de ponteiras é aceitável quando os reagentes possuem a mesma composição química.
O balanceamento inadequado na centrifugação pode causar danos ao equipamento e comprometer a integridade das amostras, devendo ser rigorosamente evitado.
A identificação simplificada das amostras não interfere na confiabilidade dos resultados, desde que o material seja analisado rapidamente.
A conferência do pH de soluções tampão é dispensável quando os reagentes são padronizados pelo fabricante.