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Em um laboratório público de análises citológicas e histológicas, um técnico em laboratório recebeu amostras de tecido epitelial para investigação de alterações morfológicas e ultraestruturais celulares associadas a um possível processo patológico. O protocolo estabelecido exigia:
I. observação da morfologia geral das células;
II. identificação de organelas celulares específicas;
III. análise de estruturas subcelulares em nível nanométrico;
IV. preservação adequada da amostra para evitar artefatos microscópicos que comprometessem a interpretação diagnóstica.
Avaliando os métodos de estudo da célula, os tipos de microscopia, as técnicas de preparação de amostras e a atuação do técnico em laboratório na perspectiva da situação descrita, assinale a alternativa correta.
A microscopia óptica simples é suficiente para a visualização detalhada de ribossomos e membranas celulares, dispensando o uso de métodos de maior resolução.
A microscopia eletrônica de transmissão (MET) permite a análise da ultraestrutura celular interna, exigindo técnicas específicas de fixação, desidratação e contraste com metais pesados.
A microscopia eletrônica de varredura (MEV) é indicada prioritariamente para o estudo da organização interna das organelas celulares, fornecendo imagens bidimensionais de alta resolução.
A utilização de corantes histológicos é desnecessária em amostras biológicas, uma vez que o contraste natural das células é suficiente para a diferenciação estrutural em microscopia óptica.
A criopreservação elimina completamente a formação de artefatos celulares, tornando dispensável o controle rigoroso das etapas de preparo da amostra.