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No laboratório de microbiologia de uma instituição pública, um técnico em laboratório é responsável pelo recebimento, identificação e registro de amostras biológicas destinadas à análise taxonômica de microrganismos isolados de ambientes hospitalares. Durante a conferência dos laudos preliminares, o técnico observa divergências na forma como os organismos foram nomeados, especialmente quanto ao uso de itálico, capitalização e atualização taxonômica após reclassificações baseadas em análises filogenéticas moleculares.
Assinale a alternativa correta quanto à conduta técnica e conceitual adequada a ser adotada nesse contexto.
A nomenclatura científica baseia-se exclusivamente em critérios morfológicos, sendo inadequado alterar a classificação taxonômica de um organismo após sua primeira descrição formal.
Reclassificações taxonômicas baseadas em dados moleculares não impactam a nomenclatura científica, devendo ser utilizadas apenas para fins acadêmicos e não em registros laboratoriais oficiais.
A taxonomia aplicada em laboratório prescinde do uso dos códigos internacionais de nomenclatura, uma vez que o ambiente laboratorial adota nomenclaturas próprias voltadas à rotina diagnóstica.
O nome científico de uma espécie deve ser escrito em itálico ou sublinhado, com o gênero iniciado por letra maiúscula e o epíteto específico em letra minúscula, devendo o técnico adotar a classificação taxonômica mais atual validada por códigos internacionais.
A utilização de nomes científicos abreviados é obrigatória em registros laboratoriais, independentemente de ambiguidades ou da necessidade de rastreabilidade taxonômica.