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A Lei n.º 11.794/2008 e a Resolução Normativa n.º 37/2018 do CONCEA estabelecem que a eutanásia em animais de laboratório deve ser realizada por métodos humanitários, que minimizem dor e sofrimento, e somente por profissionais habilitados e treinados. As diretrizes internacionais, como o AVMA Guidelines for the Euthanasia of Animals (2020), também reforçam a necessidade de técnicas adequadas para cada espécie. Considerando as espécies mais utilizadas em experimentação animal, um método de eutanásia recomendado e autorizado corresponde à(ao):
administração de anestésicos voláteis, como isoflurano, seguida de overdose, que é um método farmacológico aceito e humanitário para eutanásia em roedores
uso de dióxido de carbono (CO2), que é proibido em qualquer circunstância, por causar sofrimento intenso e não ser aceito em protocolos científicos
deslocamento cervical, que pode ser utilizado como método único de eutanásia em roedores adultos, sem necessidade de sedação prévia
injeção de solução salina em dose elevada, que é considerado um método eficaz e recomendado para eutanásia em roedores
decapitação, que é recomendada como primeira escolha em roedores, independentemente da idade ou da condição clínica