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O desenvolvimento de animais knockout (KO) e organismos geneticamente modificados (OGM)...

O desenvolvimento de animais knockout (KO) e organismos geneticamente modificados (OGM) é uma prática consolidada em biotérios de instituições de pesquisa, como o ICTB/Fiocruz e a UFRJ. Esses modelos são fundamentais para estudos biomédicos, pois permitem investigar funções gênicas específicas e compreender mecanismos de doenças humanas. O manejo desses animais exige rastreabilidade genética rigorosa, registros detalhados e cuidados reprodutivos para evitar deriva genética ou perda de linhagem. Uma dada colônia apresentou risco de perda da linhagem devido a falhas de acasalamento e a registros incompletos. A solução foi implementar um sistema informatizado de rastreabilidade, reforçar a seleção de casais e adotar criopreservação de embriões, garantindo a manutenção da linhagem. Com base nesse contexto, assume-se que:


A

o manejo de OGM dispensa cuidados reprodutivos, já que a modificação genética impede deriva ou perda de linhagem


B

animais knockout não necessitam de registros específicos, pois sua modificação genética já garante rastreabilidade automática


C

o uso de animais geneticamente modificados é restrito apenas a pesquisas médicas, não sendo permitido em outras áreas científicas


D

a manutenção de animais knockout e OGM exige rastreabilidade genética rigorosa, registros detalhados e estratégias como criopreservação para evitar perda de linhagem


E

a Lei n.º 11.105/2005 (Lei de Biossegurança) não prevê regras para o manejo de animais geneticamente modificados, limitando-se apenas a organismos vegetais, o que torna facultativo o controle de linhagens em biotérios