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Entre os principais desafios para o controle sanitário em biotérios, estão a identificação de ectoparasitas comuns em roedores (como ácaros e piolhos), a detecção de parasitos gastrointestinais (como Heligmosomoides polygyrus e Aspiculuris tetraptera), além da aplicação de técnicas básicas de avaliação parasitológica e observação de sinais clínicos gerais (prurido, alopecia, diarreia, perda de peso). Em casos de surtos parasitários, medidas como quarentena, isolamento de colônias afetadas e reforço de barreiras sanitárias são obrigatórias para evitar disseminação e garantir a validade científica dos experimentos. Com base nesse contexto, pode-se dizer que o(a):
isolamento de animais em quarentena é opcional e depende apenas da decisão do pesquisador responsável
presença de ectoparasitas em roedores não compromete a pesquisa, sendo considerada aceitável em colônias de produção
observação clínica isolada é suficiente para identificar parasitos gastrointestinais, dispensando exames laboratoriais
CONCEA não prevê normas específicas sobre controle parasitológico em biotérios, cabendo às instituições definir seus próprios critérios
controle sanitário deve incluir identificação de ectoparasitas e parasitos gastrointestinais, uso de técnicas básicas de detecção e aplicação de quarentena em surtos