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A atuação do Educador Social, na perspectiva da territorialização, implica conhecer o território, reconhecer suas vulnerabilidades e potencialidades e articular-se com a rede de serviços.
Nesse contexto, é correto afirmar que:
O trabalho territorial não requer articulação com outros serviços, pois o atendimento direto às famílias é responsabilidade exclusiva do equipamento de referência.
Territorialização envolve a parceria com escolas, unidades de saúde, CRAS, CREAS e outros serviços, além do apoio a ações culturais, esportivas e educativas, que promovem a inclusão social e fortalecem os vínculos na comunidade.
A atuação comunitária deve limitar-se às demandas internas do serviço, sem articulação com escolas, unidades de saúde ou outras políticas públicas.
A participação em ações intersetoriais é considerada secundária, pois o foco principal do educador social deve ser o atendimento individualizado em um espaço físico fixo.
As atividades culturais, esportivas e educativas devem ser apoiadas somente quando não houver atendimentos a serem realizados no serviço.