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Um profissional que atua em Proteção e Defesa Civil utiliza uma RPA (Aeronave Remotamen...

Um profissional que atua em Proteção e Defesa Civil utiliza uma RPA (Aeronave Remotamente Pilotada) equipada com sensor RGB de alta resolução para realizar o levantamento aerofotogramétrico de uma área de ocupação irregular após um deslizamento. Segundo as diretrizes de inovação do PN-PDC 2025-2035 e as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), qual é o procedimento técnico indicado para garantir a validade métrica do Modelo Digital de Superfície (MDS) gerado?


A

Voar na altitude máxima permitida (120m AGL) sem a necessidade de Pontos de Controle em Solo (GCPs), confiando exclusivamente no GPS comercial embarcado na aeronave para a ortorretificação das imagens.


B

Realizar o plano de voo com sobreposição lateral e frontal mínima de 20%, visando à economia de bateria e à redução do tempo de processamento em nuvem, independentemente da complexidade do relevo.


C

Implantar GCPs georreferenciados com receptor GNSS de dupla frequência (RTK/PPK), garantindo a orientação externa do bloco fotogramétrico e a precisão posicional necessária para o cálculo de volumes de massa deslocada e planejamento de obras de contenção.


D

O uso de RPAs para mapeamento de áreas de risco é vedado pelo PN-PDC 2025-2035 devido aos riscos de interferência eletromagnética em sistemas de rádio da Defesa Civil.


E

Utilizar apenas sensores termais (infravermelho) para o mapeamento topográfico, visto que a luz visível não permite a identificação de feições geomorfológicas em áreas com solo exposto.