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Um técnico de laboratório recebe, no setor de triagem, uma amostra de sangue total coletada em tubo com EDTA (tampa roxa) para a realização de um hemograma e uma amostra de urina de 24 horas para dosagem de creatinina. Durante a conferência, observa-se que o tubo de sangue apresenta microcoágulos e que a amostra de urina possui um volume total de 2.000 mL. Para um ensaio específico de pesquisa, o técnico precisa realizar uma diluição seriada de uma alíquota do soro do mesmo paciente, preparando uma solução final com fator de diluição de 1:100, utilizando um balão volumétrico de 50 mL. Considerando as técnicas de coleta, triagem e os cálculos de diluição, assinale a alternativa que descreve a conduta e o cálculo corretos.
O técnico deve prosseguir com o hemograma da amostra de sangue com microcoágulos, pois a presença de fibrina não interfere na contagem automatizada de plaquetas e eritrócitos.
Para preparar a diluição de 1:100 no balão de 50 mL, o técnico deve pipetar exatamente 0,5 mL (500 μL) da amostra e completar o volume com diluente até a marca de calibração do balão.
Amostras de sangue destinadas ao monitoramento de eletrólitos e gasometria devem ser transportadas preferencialmente em temperatura ambiente e sem proteção contra a luz, independentemente do tempo de percurso até o laboratório central.
No processo de triagem, caso a etiqueta de identificação do paciente esteja levemente manchada, mas o nome seja legível, o técnico deve renomear o tubo manualmente para evitar o descarte da amostra, dispensando nova coleta.
Para realizar uma diluição de 1:100 utilizando 5 mL da amostra original, o técnico precisaria de um balão volumétrico de 1.000 mL, resultando em uma concentração cem vezes maior que a inicial.