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Designado para regularizar o leito carroçável de uma estrada vicinal de aproximadamente três quilômetros, o operador conduz a motoniveladora em uma frente de serviço com solo de textura variada, trechos arenosos próximos ao corte inicial e trechos argilosos no terço final. Durante a operação, percebe que o avanço da máquina exige ajustes contínuos na lâmina, no ângulo de ataque e na velocidade de deslocamento para manter a uniformidade do greide. A respeito da técnica adequada de operação nesse cenário, é correto afirmar que:
A inclinação da lâmina pouco interfere no resultado, podendo ser fixada num único ângulo durante toda a extensão do serviço para padronizar a operação.
A produtividade é privilegiada quando a motoniveladora trabalha em rotação máxima, independentemente do tipo de solo encontrado no trecho.
A marcação prévia do greide é prescindível em estradas vicinais, cabendo ao operador definir visualmente os pontos de corte e aterro ao longo do percurso.
O ângulo da lâmina é ajustado conforme a resistência do material, mantida velocidade moderada e constante para preservar a uniformidade do corte.
Pequenas manobras laterais bruscas durante o nivelamento auxiliam a evidenciar as irregularidades do solo, facilitando o trabalho subsequente.