os alunos das escolas de circo fora da lona constituíram-se em grupos e trupes de artistas autônomos. Ocuparam diversos espaços nas cidades, o que os diferenciou do processo histórico circense anterior, que, durante toda a sua história, só trabalhou sob lonas, toldos, carpas, agora substituídos por material plástico não inflamável. Os tradicionais nunca ocuparam todas as possibilidades do espaço urbano, como os do circo novo;