Embora não seja um tema recente, foi principalmente a partir das últimas duas décadas que o ensino do circo alcançou maior destaque como conteúdo programático de instituições educacionais (projetos sociais; escolas regulares; ONGs, universidades, etc.). Nesse sentido, o ensino das artes circenses para além das escolas profissionalizantes de circo pode:
A
converter-se numa ameaça à preservação da cultura e do legado circense;
B
impedir o aumento da qualidade artística, uma vez que essa abertura pode gerar uma avalanche de pseudo-artistas no mercado de trabalho;
C
significar um perigo para a integridade física dos “novos praticantes” uma vez que o próprio circense é o único profissional apto a lecionar os saberes próprios do circo;
D
estabelecer o diálogo com outros conhecimentos e ampliar os espaços de atuação profissional para os artistas circenses, sendo estes os únicos profissionais qualificados para esse tipo de atividade;
E
representar uma oportunidade de ampliar o conhecimento dessa linguagem e de fomento da cultura circense, bem como o diálogo com outros conhecimentos que fazem parte do processo educativo.