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O sistema RH trata-se de um sistema de classificação de sangue baseado na seguinte características:
Tipo de coagulação do sangue.
Nível de hemoglobina no sangue.
Tipo de células presentes no sangue.
Tipo de antígenos presentes nas hemácias.
Como se prepara um esfregaço sanguíneo?
Adicionar uma gota de sangue a uma lâmina, espalhando-a com outra pela superfície.
Adicionar uma gota de sangue a uma placa de Petri, misturando-a com uma solução de formol.
Adicionar uma gota de sangue a um tubo de ensaio, misturando-a com uma solução de heparina.
Adicionar uma gota de sangue a uma placa de Petri, misturando-a com uma solução de álcool a 70%.
Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa correta.
I – O técnico de laboratório precisa ter conhecimento sobre os tipos de conservação do sangue, porque existem alterações que ocorrem no sangue após a colheita e sua relação com os diferentes anticoagulantes. Entre as alterações mais frequentes estão: A fragilidade osmótica dos glóbulos vermelhos aumenta; a velocidade da hemossedimentação aumenta; os neutrófilos e monócitos apresentam sinais de degeneração celular como vacúolos no citoplasma e lobulação no núcleo; o tempo de protrombina aumenta; os fatores de coagulação, (especialmente os lábeis, V e VIII) diminuem de atividade.
II – O exame do sangue distendido ou esfregaço sanguíneo deve ser feito do material logo após a colheita e, se possível, sem ação de qualquer anticoagulante. O material de vidro (lâminas e lamínulas) deve ser quimicamente limpo e desengordurado. Preferimos os esfregaços em lâminas de vidro 24 X 76 mm lapidadas por serem elas resistentes e de mais fácil manipulação.
III – O sangue capilar ou venoso, os materiais de medula óssea, de baço, de gânglio ou os tumores devem ser colocados sobre uma lâmina de microscopia (A), próximo a uma de suas extremidades.
IV – Junto à gota do material coloca-se uma lâmina auxiliar, aparada nos cantos (B), encostase o material e faz-se o mesmo correr, por capilaridade, até suas bordas. Mantendo uma inclinação de 45º, faz-se a lâmina auxiliar deslizar sobre a primeira com movimento firme e delicado.
V – Seca-se então o esfregaço, ao ar, e identifica-se escrevendo sobre ele com um lápis. O material é então fixado, corado e examinado. O esfregaço deverá ser fino e regular para se ter boa distribuição das células.
V; V; F; V; F.
F; V; F; V; F.
V; V; V; V; V.
V; F; V; F; F.
F; V; V; F; V.
Torna-se necessário preparar 100 mL de solução 0,03 mol/L de determinado corante a partir de uma diluição. No almoxarifado do laboratório consta 1 litro de estoque pré-existente desse mesmo corante, lacrado, com concentração de 0,25 mol/L. A alíquota da solução estoque, que deverá ser pipetada para realizar a referida diluição, é de:
12 mL.
22 mL.
25 mL.
30 mL.
A imagem trata-se de um microscópio óptico contendo marcações numéricas (1 a 6):

Considerando as informações anteriores, a associação está correta em
1. Oculares 2. Objetiva 3. Condensador 4. Botão do eixo X 5. Botão do eixo Y 6. Comando da intensidade da luz
1. Oculares de dioptrias 2. Objetiva 3. Diafragma de íris de abertura 4. Ampliação, ajuste grosso 5. Ampliação, ajuste fino 6. Foco
1. Tubo de dioptrias 2. Cursor de apoio 3. Diafragma de íris de abertura 4. Ampliação, ajuste grosso 5. Ampliação, ajuste fino 6. Interruptor
1. Tubo de observação 2. Revólver porta-objetiva 3. Diafragma de íris de abertura 4. Botão de deslocamento grosso 5. Botão de deslocamento fino 6. Ampliação