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O desenvolvimento tecnológico busca novos materiais com alta eficiência para serem utilizados na construção de dispositivos com tamanho cada vez menor. Os materiais nanoestruturados são crescidos com diferentes morfologias como: esferas, fios, placas e cubos e recebem uma designação segundo o número de dimensões. Assinale a sequência que corresponde às formas citadas.
0 D; 1D; 2D; 3D.
0D; 1D; 3D; 4D.
1D; 2D; 3D; 0D.
4D; 1D; 3D; 2D.
0D; 2D; 1D; 3D.

(1) Perlita; (2) Martensita; (3) Cementita linear.
(1) Perlita; (2) Cementita globolizada; (3) Martensita.
(1) Perlita; (2) Cementita planar; (3) Cementita linear.
(1) Martensita; (2) Cementita globolizada; (3) Perlita.
(1) Perlita; (2) Cementita planar; (3) Martensita.
O controle da resistência mecânica, ductilidade e dureza dos materiais metálicos pode ser realizado por processos de encruamento e de recristalização. Defina (1) encruamento e (2) recristalização. Qual o efeito, em cada um desses processos, no tamanho médio de grãos da amostra/peça tratada?
1) Encruamento: deformação plástica a frio promovendo uma diminuição na dureza e na resistência mecânica e um aumento na ductilidade e no tamanho médio de grãos.
2) Recristalização: tratamento térmico no qual a amostra/ peça é aquecida até sua temperatura de recristalização por 1 hora, promovendo uma diminuição no tamanho médio de grãos e na ductilidade e um aumento na resistência mecânica e na dureza.1) Encruamento: tratamento térmico no qual a amostra/ peça é aquecida até sua temperatura de recristalização por 1 hora, promovendo um aumento no tamanho médio de grãos e na ductilidade e uma diminuição na resistência mecânica e na dureza.
2) Recristalização: deformação elástica a frio promovendo aumento na dureza e na resistência mecânica e uma diminuição na ductilidade e no tamanho médio de grãos.1) Encruamento: deformação plástica a frio promovendo aumento na dureza e na resistência mecânica e uma diminuição na ductilidade e no tamanho médio de grãos.
2) Recristalização: tratamento térmico no qual a amostra/ peça é aquecida até sua temperatura de recristalização por 1 hora, promovendo um aumento no tamanho médio de grãos e na ductilidade e uma diminuição na resistência mecânica e na dureza.1) Encruamento: deformação elástica a frio promovendo aumento na dureza e na resistência mecânica e uma diminuição na ductilidade e no tamanho médio de grãos.
2) Recristalização: tratamento mecânico no qual a amostra/peça é aquecida até sua temperatura de recristalização por 1 hora, promovendo um aumento no tamanho médio de grãos e na ductilidade e uma diminuição na resistência mecânica e na dureza.1) Encruamento: tratamento térmico no qual a amostra/ peça é aquecida até sua temperatura de recristalização por 1 hora, promovendo um aumento no tamanho médio de grãos e na ductilidade e uma diminuição na resistência mecânica e na dureza.
2) Recristalização: deformação plástica a frio promovendo aumento na dureza e na resistência mecânica e uma diminuição na ductilidade e no tamanho médio de grãos.Considerando uma mistura de hidrocarbonetos com a fórmula molecular C5H10, responda: (i) quais são os aldeídos que podemos obter por ozonólise desta mistura, e (ii) qual(is) outro(s) produto(s) pode(m) ser obtido(s)?
(i) Metanal, etanal, propanal e butanal; (ii) propanona.
(i) Metanal, etanal, propanal, butanal e pentanal; (ii) propanona e pentanona.
(i) Metanal, etanal, propanal, butanal e 2-metilpropanal; (ii) propanona e pentanona.
(i) Metanal, etanal, propanal, butanal e 2-metilpropanal; (ii) propanona e butanona.
(i) Metanal, etanal, propanal, butanal e pentanal; (ii) propanona e butanona.
O maior acidente nuclear urbano do Brasil ocorreu em 13 de setembro de 1987 na cidade de Goiânia, quando uma cápsula contendo pó de cloreto de césio (CsCl), formado por césio 137 radioativo com meia vida de 30 anos, foi aberta inadvertidamente por pessoas leigas sobre os perigos da radiação, que se encantaram com o brilho azulado emitido pelo cloreto de césio. Assim, acabaram por espalhar em torno de 20 g deste pó na área urbana. Considerando que apenas 10 g do pó de cloreto de césio foram recuperados e armazenados de forma segura, determine: (a) em quantos anos teremos 0,781% de radioatividade no material armazenado; e (b) a quantidade que teremos após 90 anos do acidente.
(a) Serão necessários 150 anos; (b) após 90 anos, restará 1,25 g de material radioativo.
(a) Serão necessários 210 anos; (b) após 90 anos, restarão 2,5 g de material radioativo.
(a) Serão necessários 150 anos; (b) após 90 anos, restarão 2,5 g de material radioativo.
(a) Serão necessários 210 anos; (b) após 90 anos, restará 1,25 g de material radioativo.
(a) Serão necessários 180 anos; (b) após 90 anos, restará 1,25 g de material radioativo.
A régua de controle é o instrumento utilizado para verificar em uma superfície

1) fibra óptica, 2) vidro de janela, 3) vidro pyrex®.
1) vidro de janela, 2) fibra óptica, 3) vidro pyrex®.
1) vidro pyrex®, 2) fibra óptica, 3) vidro de janela.
1) vidro de janela, 2) vidro pyrex®, 3) fibra óptica.
1) vidro pyrex®, 2) vidro de janela, 3) fibra óptica.

(a) Início do ensaio; (b) formação do pescoço; (c) formação da falha; (d) formação da trinca; (e) fratura final a 180º de ângulo relativo à direção da tensão.
(a) Formação do pescoço; (b) formação de cavidades; (c) formação da trinca; (d) propagação da trinca; (e) fratura final a 45º de ângulo relativo à direção da tensão.
(a) Início do ensaio; (b) formação do pescoço; (c) formação de cavidades; (d) formação da trinca; (e) fratura final a 45º de ângulo relativo à direção da tensão.
(a) Formação do copo; (b) propagação do copo; (c) início da formação do cone; (d) propagação da formação do cone; (e) fratura final.
(a) Formação do pescoço; (b) formação de pequenas falhas; (c) formação da trinca; (d) propagação da trinca; (e) fratura final a 180º de ângulo relativo à direção da tensão.
Uma célula unitária é definida como a menor porção do cristal que ainda conserva as propriedades originais deste. O fator de empacotamento mais comum para uma célula unitária contendo átomos metálicos é 0,74. Isso favorece o arranjo atômico hexagonal compacto HC (magnésio) ou cúbico de face centrada CFC (alumínio). No entanto, há exceções como tungstênio com arranjo cúbico de corpo centrado, CCC. Considerando esses 3 arranjos, qual é o número de átomos que contém a célula unitária de cada um destes metais, respectivamente?
12; 12; 2.
6; 4; 2.
12; 6; 4.
8; 6; 5.
8; 8; 2.
Os polímeros são moléculas resultantes da união de unidades chamadas monômeros; o grau de cristalinidade de um polímero depende da configuração da cadeia e da taxa de resfriamento. Considerando as mesmas condições de processamento, assinale a ordem crescente de cristalinidade para os polímeros com estrutura molecular linear, estrutura molecular com ligações cruzadas e estrutura molecular em rede.
Estrutura molecular linear > estrutura molecular com ligações cruzadas > estrutura molecular em rede.
Estrutura molecular com ligações cruzadas > estrutura molecular em rede > estrutura molecular linear.
Estrutura molecular em rede > estrutura molecular linear > estrutura molecular com ligações cruzadas.
Estrutura molecular com ligações cruzadas > estrutura molecular linear > estrutura molecular em rede.
Estrutura molecular linear > estrutura molecular em rede > estrutura molecular com ligações cruzadas.

(1) Newtoniano, (2) dilatante, (3) pseudoplástico e (4) plástico de Bingham.
(1) Dilatante, (2) newtoniano, (3) pseudoplástico e (4) plástico de Bingham.
(1) Newtoniano, (2) pseudoplástico, (3) dilatante e (4) plástico de Bingham.
(1) Dilatante, (2) newtoniano, (3) plástico de Bingham e (4) pseudoplástico.
(1) Dilatante, (2) pseudoplástico, (3) newtoniano e (4) plástico de Bingham.
Uma parede de um alto-forno para a fusão de ligas metálicas e aços carbonos é constituída de duas camadas: 0,25 m de tijolo refratário (k = 1,0 kcal/hm ºC) e 0,10 m de tijolo isolante (k = 0,20 kcal/hm ºC). A temperatura na parede interna do forno será de 1 600 ºC e a temperatura externa não deverá ser maior que 100 ºC. Desprezando a resistência térmica das juntas de argamassa, calcule o fluxo de calor perdido por unidade de tempo e por m2 de parede.
3 000 kcal/hm2.
300,0 kcal/h.
2 000 kcal/hm2.
2 000 kcal/h.
200,0 kcal/hm2.

Estão presentes as fases Ferrita α e Cementita (Fe3C); após o resfriamento, tem-se 40% de Ferrita α e 60% de Cementita (Fe3C).
Estão presentes as fases Austenita γ e Cementita (Fe3C); após o resfriamento, tem-se 60% de Ferrita α e 40% de Cementita (Fe3C).
Estão presentes as fases Austenita γ e Ferrita α; após o resfriamento, tem-se 60% de Ferrita α e 40% de Cementita (Fe3C).
Estão presentes as fases Ferrita α e Cementita (Fe3C); após o resfriamento, tem-se 60% de Ferrita α e 40% de Cementita (Fe3C).
Estão presentes as fases Austenita γ e Cementita (Fe3C); após o resfriamento, tem-se 40% de Ferrita α e 60% de Cementita (Fe3C).
Em uma indústria metalúrgica, são produzidos dois tipos de peças utilizando ligas metálicas à base de ferro: peça tipo (1) – para a montagem de uma estrutura que deve suportar uma carga elevada e deve ter dureza Mohs acima de 4, para garantir a resistência mecânica desejada; peça tipo (2) – para a produção de ferramentas de corte, com grande fragilidade e com dureza Mohs acima de 8. Esta dureza deve ser confirmada através da obtenção da microdureza das fases presentes na liga. Estão disponíveis equipamentos de medição de dureza que utilizam as técnicas: Brinell com penetrador de esfera de aço, microdureza Vickers com penetrador tipo pirâmide quadrada de diamante, microdureza Knoop com penetrador tipo pirâmide retangular de diamante e Rockwell B com esferas de aço.
Quais desses equipamentos devem ser utilizados para obter uma leitura de dureza confiável para as peças (1) e (2).Peça (1) – pode-se utilizar somente a técnica Brinell;
peça (2) – deve-se utilizar a técnica Rockwell B.Peça (1) – pode-se utilizar somente a técnica Brinell;
peça (2) – deve-se utilizar a técnica microdureza Vickes.Peça (1) – pode-se utilizar somente a técnica Rockwell B; peça (2) – deve-se utilizar a técnica microdureza Knoop.
Peça (1) – podem-se utilizar as técnicas Rockwell B e Brinell; peça (2) – deve-se utilizar a técnica microdureza Vickes.

(i) Soldagem por pressão, (ii) soldagem por fusão, (iii) reforço, (iv) raiz da solda e (v) penetração da junta.
(i) Soldagem por plasma, (ii) soldagem por fusão, (iii) reforço, (iv) raiz da solda e (v) penetração da raiz.
(i) Soldagem por pressão, (ii) soldagem por fusão, (iii) reforço, (iv) raiz da solda e (v) penetração da raiz.
(i) Soldagem por plasma, (ii) soldagem por fusão, (iii) reforço, (iv) raiz da junta e (v) penetração da junta.
(i) Soldagem por pressão, (ii) soldagem por fusão, (iii) excesso, (iv) raiz da junta e (v) penetração da junta.