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O exame de cotovelo consiste num exame de diagnóstico por imagem que emprega radiação X. Trata-se de um exame de execução simples e rápida, sendo, por esses motivos, usado, frequentemente, numa primeira linha no diagnóstico de diversas patologias. Esse exame tem indicação, sobretudo, em caso de trauma para avaliação de fraturas - os desvios das estruturas ósseas. Permite, ainda, avaliar a existência de alterações na trabeculação óssea, como lesões ósseas líticas ou blásticas. Mas, para realização dos exames, tem-se de ter o conhecimento da técnica de execução e anatomia da estrutura associada às manobras, de acordo com a clínica do paciente. Com base nessa descrição, é correto afirmar:
Para realizar o exame, é fundamental alinhar os epicôndilos e estes devem estar de forma paralela ao RI, ao exame de AP, com RC de forma paralela.
Para realizar o exame, devem ser visualizados o úmero distal, espaço articular do cotovelo, o rádio e a ulna proximais visíveis. Incidência em perfil.
A DFRI deve ser de 1,00 cm e RC perpendicular ao centro da articulação do cotovelo ao exame em AP.
Para realizar o exame, o paciente deve encontrar-se na ponta mesa com o cotovelo totalmente estendido para uma incidência em AP.
A produção dos raios-X é um fenômeno físico de conversão de energia cinética em eletromagnética que ocorre quando elétrons são acelerados em direção a um alvo de metal. O alvo de metal, componente do tubo onde os raios x são formados, é chamado de
cátodo.
ânodo.
ampola.
rotor.
Conforme a Lei nº 8.080/1990, que dispõe sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), os serviços públicos de saúde obedecem ao princípio da integralidade da assistência, entendido como
a divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário.
um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática.
a conjugação dos recursos financeiros, tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na prestação de serviços de assistência à saúde da população.
Sobre o estudo radiográfico do tórax, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A incidência apicolordótica em anteroposterior (incidência de Fleischner) é usada como complementar no estudo radiográfico do ápice dos pulmões, do lobo médio e dos segmentos lingulares (língula) em anteroposterior.
( ) Na incidência posteroanterior (PA), todo o tórax (das cúpulas frênicas ao pescoço) devem estar visíveis na imagem radiográfica, e as escápulas não devem estar visíveis nos campos pulmonares.
( ) Na incidência posteroanterior (PA), a distância da borda medial de cada clavícula ao processo espinhoso torácico deve ser igual (ausência de rotação).
( ) Na radiografia em perfil esquerdo (ou direito), o contraste radiográfico será satisfatório quando a trama vascular pulmonar estiver visível até cerca de 1 cm do esterno (lobos superiores), superposta ao coração e na base (lobos inferiores).
Assinale a sequência correta.
F V F V
V V V V
V F V F
F F F F
Analise as afirmativas a seguir sobre os meios de contraste e os métodos radiológicos, e marque a alternativa CORRETA.
O contraste baritado produz baixa opacificação do trato gastrointestinal, sendo o contraste iodado o mais indicado para a realização de radiografias contrastadas.
O contraste baritado deve ser escolhido para investigação de fístulas traqueobrônquicas por sua menor interação com os tecidos de revestimento mucoso.
O contraste iodado deve ser escolhido, em detrimento do baritado, se houver risco de perfuração ou extravasamento de contraste para a cavidade peritoneal.
O contraste iodado causa menos dano que o contraste baritado, logo não é necessária nenhuma ação se ocorrer extravasamento.
O contraste iodado por via vesical não deve ser utilizado na suspeita de rotura vesical, pelo risco de extravasamento para a cavidade peritoneal.