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A jornada de trabalho saudável para um técnico de sonorização em ambientes entre 80 a 85 dB SPL é de:
8 a 9 horas
5 horas
10 horas
10 a 12 horas
O século 21 trouxe de presente uma nova tecnologia em processadores. Até então, as reverberações eram criadas por meio da geração, combinação e regeneração de flexões pseudoaleatórias, tentando imitar o som ambiente de uma sala. Com essa nova tecnologia, é possível capturar a resposta ao impulso de uma sala, e sampleá-la. Está-se falando de:
triangulação
distorção
eco
convolução
Instrumentos musicais se caracterizam pela suavidade de som e pelo timbre, riquíssimo em harmônicos. Portanto, para reprodução de toda a gama dinâmica e de todo o espectro de frequência é indispensável o uso de microfones macios e de excelente resposta de frequências. Os microfones que se adaptam mais perfeitamente a esses requisitos são os:
de carvão
capacitivos
de cristal
dinâmicos
Peça fundamental em um microfone, antigamente chamado de condensador, consiste basicamente em duas placas condutoras paralelas.Ao se aplicar uma tensão contínua entre essas placas, carrega-se o componente, que adquire assim uma carga elétrica. Trata-se:
do núcleo
da válvula
do capacitor
da cápsula
Os seguintes elementos costumam ser a fonte mais comum de microfonia em shows, por se situarem próximo ao artista e ao seu microfone. Tratam-se de:
instrumentos musicais
caixas de retorno
refletores do palco
espectadores
Dois pesquisadores descobriram que os ouvidos humanos não têm a mesma sensibilidade em todas as frequências. Há menor capacidade para ouvir os sons mais graves e um extremo de sensibilidade por volta de 3 kHz a 4 kHz. A curva de sensibilidade é conhecida pelo nome desses pesquisadores, a saber:
curva de Maison e James
curva de Lews e James
curva de Fletcher-Munson
curva de Newton e Pascal
A faixa de frequência para equalização de sons graves é:
2000 a 6000 Hz
250 a 2000 Hz
20 a 60 Hz
60 a 250 Hz
O objetivo da função threshold em um compressor é ajustar:
funções attack e release
grave e agudo
o volume
a atenuação
Tipo de cabo amplamente utilizado para a ligação dos mais diversos microfones com ou sem fio em mesas de sonorização analógica e digital. Possui em seu esquema de ligação os pinos: 1 (terra), 2 (positivo ou hot) e 3 (negativo ou cold), todos em uma ligação circular e, geralmente há, em suas extremidades, um conector 01 macho e um conector fêmea. Trata-se do:
cabo p2
cabo p10
cabo xlr
cabo rca
Na era do rádio, o inconveniente de “dureza” dos microfones de mão, levou os projetistas a criarem uma variação de microfone eletromagnético, chamado microfone de:
fita
pedestal
parede
vara
O posicionamento das antenas de um receptor de microfone sem fio é o item mais importante no uso de microfones sem fio. Para ter uma boa recepção, a antena do receptor deve ficar:
na transversal da transmissão
na diagonal da transmissão
em paralelo à transmissão
não visível na transmissão
Altera-se a resposta da equalização de um dado instrumento por três motivos básicos, dentre os quais NÃO se inclui:
permitir que este se destaque entre os outros instrumentos
favorecer regiões de seu timbre por questões estéticas ou de estilo
corrigir sonoridade
deixar o seu volume mais alto
Para um técnico ou para um ouvinte, a diferença existente em uma audição feita por meio de fones de ouvido e uma audição por caixas de som é basicamente que:
por caixas os dois ouvidos ouvem as duas, já nos fones cada ouvido escuta em lado exclusivo
a nitidez do som ouvido permanece a mesma nos dois casos
a distorção musical produzida pelas caixas é inferior à produzida pelos fones de ouvido
as caixas produzem som mono, e os fones som estéreo
Em shows ou estúdios são utilizados normalmente os amplificadores sem pré. Esses aparelhos possuem somente o estágio de potência. Normalmente, em shows, ficam localizados no palco, próximos às caixas de som. Fala-se do:
equalizador gráfico
p.a. ou power amplifier
receiver
cross over
Formato comum de armazenamento digital de som em computadores, sobretudo arquivos da plataforma PC/Windows. Neles, o áudio é digitalizado em PCM (Pulse Code Modulation), em que cada ponto do sinal sonoro é amostrado e medido, obtendo-se assim uma sucessão de valores numéricos que codificam o som original. Nesse processo de digitalização, o som não sofre qualquer perda, nem os dados são alterados para reduzir espaço de arquivamento. Geralmente podem operar com valores de 8 ou 16 bits, e taxas de amostragem (sampling rates) de 4 kHz a 48 kHz. Esse formato denomina-se:
mid
mp3
wav
track
São exemplos de dois microfones dinâmicos considerados clássicos, por serem de sensibilidade baixa e média, vulgarmente denominados microfones duros:
Akai e Leson
Leson e Philips
Shure Beta 58 e Sennheiser Md421
CSR 58 e CSR 204
Sem dúvida, o aspecto mais importante e mais difícil de administrar uma mixagem, seja digital ou analógica, é o volume master. O operador sempre fica perto da saturação, mas nunca deve atingi-la. A saída master de uma mesa de som é:
o volume de um instrumento ou microfone
o volume principal de todas as linhas
o balanço dos canais esquerdo e direito
a entrada de linha
O som reamplificado, captado de alto-falante e novamente amplificado, sai mais forte que o original; então o som entra em um círculo vicioso, que resulta em um apito de elevado volume. Esse problema é chamado feedback, porém é mais vulgarmente conhecido como:
microfonia
reverberação
estrondo
eco
Microfone que se destina a ser utilizado preso na roupa de artista ou locutor, disfarçado em locais estratégicos, como embaixo da blusa, camisa, sob o chapéu ou oculto pelos cabelos, por ser muito pequeno. Trata-se do microfone:
de mão
de lapela
shotgun
headworn
Momento em que um instrumento substitui a voz em um show, ou cria frases independentes da melodia escrita da música. Isso costuma ser feito sobre a harmonia de qualquer das outras seções. Trata-se da/do:
introdução
ponte
solo
break