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Na checagem de uma bússola de boa qualidade, ao soltar a agulha magnética, esta deverá realizar, até estabilizar aproximadamente:
15 oscilações.
25 oscilações.
40 oscilações.
50 oscilações.
Em um projeto ferroviário, o traçado proposto exige cortes profundos em rocha granítica. Acerca desse projeto, o Topógrafo deve:
Ignorar a geologia e focar apenas em comprimento da linha férrea.
Considerar apenas as rampas suaves sem analisar volumes de escavação.
Basear-se em croquis manuais sem sondagens geotécnicas.
Avaliar custos de escavação, estabilidade dos taludes e propor alternativas de traçado ou obras de contenção.
Para a leitura do ângulo zenital, na leitura da direção horizontal do teodolito, a soma dos valores de PD e PI devem ser iguais a:
360º.
180º.
90º.
45º.
No AutoCAD, os atalhos de teclado são essenciais para a eficiência do trabalho. Com base no gerenciamento de tela, o atalho do teclado Ctrl + 3, serve para:
Gerenciador de conexões a BD.
Paleta Propriedade.
Linha de comando.
Alternar paleta.
No gerenciamento de alternâncias e de tela no AutoCAD, para alternar snaps ao objeto em execução, usa-se o atalho do teclado:
Ctrl + E
Ctrl + F
Ctrl + A
Ctrl + N


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Considerando que um loteamento urbano exige articulação de folhas em escala 1:1000, é CORRETO que o Topógrafo:
Produza plantas independentes sem articulação, promovendo outro tipo de leitura e abordagem.
Ignore convenções topográficas para simplificação.
Utilize apenas perfis longitudinais.
Garanta continuidade entre folhas, alinhando coordenadas e curvas de nível.
Em relação ao desenho altimétrico de um loteamento, o Topógrafo deve, CORRETAMENTE:
Ignorar curvas de nível para simplificação.
Basear-se apenas em coordenadas planimétricas.
Considerar apenas áreas planas.
Representar curvas de nível, perfis e seções transversais para detalhar relevo.
Um trecho retilíneo de uma rodovia inicia-se em um ponto de tangência (PT) de uma curva, pelo seu eixo, tem azimute (PTPI10) = 5º 10’ 30” e comprimento de 5 km, até o ponto de interseção, denominado (PI10), com o próximo alinhamento. A partir do PI10, seguindo o alinhamento do PI10 e que passa no próximo PI, denominado de PI11, há uma deflexão de 10º 00’ 00” para a esquerda em relação ao alinhamento anterior (alinhamento PT – PI10).
Desconsidere a/s convergência/s de meridiano e assinale a alternativa correta ao responder qual o valor do azimute (PI10PI11).
(PI10PI11) = – 5º 10’ 30”
(PI10PI11) = 15º 10’ 30”
(PI10PI11) = 175º 10’ 30”
PI10PI11) = 350º 00’ 00”
(PI10PI11) = 355º 10’ 30”
Um perfil foi traçado seguindo alinhamento retilíneo, partindo de um tergo, no qual se inicia o estaqueamento, em direção a outro tergo que está defronte ao tergo anterior, no qual está o fim do trecho. Com base nas informações, dadas as afirmativas,
I. As altitudes, ao longo do perfil, diminuem a partir da estaca zero do perfil, ao longo do seu desenvolvimento, até atingir uma elevação mínima, e depois começam a aumentar novamente até a estaca final do perfil.
II. As altitudes não variam ao longo do alinhamento do perfil.
III. O perfil tem forma convexa, isto é, tem concavidade voltada para o nadir.
IV. O perfil apresenta alinhamento vertical totalmente sinuoso.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
I.
I e III.
II e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Em levantamentos Global Navegation Satellite System (GNSS) voltados à obtenção de altitudes com significado físico no Brasil, é necessário utilizar modelos geoidais disponibilizados por instituições oficiais. Historicamente, muitos profissionais utilizaram o modelo MAPGEO2015. Entretanto, modelos mais recentes vêm sendo disponibilizados para melhorar a precisão das altitudes.
Nesse contexto, o modelo geoidal mais recente e recomendado para aplicações atualizadas no Brasil, em substituição ao MAPGEO, em diversas aplicações, é:
EGM96
EGM2008
HGEONOR
MAPGEO2010
WGS84 geoidal


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Realizou-se um nivelamento com o seguinte procedimento de campo: foi feita uma única leitura a ré e quatro leituras a vante, em quatro pontos distintos, com o nível óptico na mesma posição e as réguas sendo verticalizadas em cada ponto. Os quatro pontos limitam uma área quadrada de 15 m x 15 m, a qual será planificada na elevação z = 10,0 m. As leituras a vante (LV) em cada ponto, em milímetro, no sentido horário e sequencial, foram: LV1 = 800; LV2 = 800; LV3 = 1600; LV4 = 1600. A leitura a ré na RN, em milímetro, foi: LR-RN = 1200, sendo z da RN = 10,0 m.
Se LV1 é a leitura sobre o ponto P1 e, assim, sucessivamente, para os quatro pontos, assinale a alternativa correta que informa, sequencialmente, do ponto P1 ao ponto P4, a elevação z de cada ponto, bem como o valor da altura de aterro e/ou de corte (respectivamente ‘a’ para altura de aterro e ‘c’ para altura de corte), com resultados em metro.
P1: z = 9,6m, c = – 1,6m; P2: z = 6,6m, c = – 1,6m; P3: z = 10,0m, a = 0,4m; P4: z = 10,0m, a = 0,4m
P1: z = 10,0m, c = – 0,8m; P2: z = 10,0m, c = – 0,8m; P3: z = 10,0m, a = 1,6m; P4: z = 10,0m, a = 1,6m
P1: z = 10,0m, c = – 1,6m; P2: z = 10,0m, c = – 1,6m; P3: z = 10,0m, a = 0,8m; P4: z = 10,0m, a = 0,8m
P1: z = 10,4m, c = – 0,4m; P2: z = 10,4m, c = – 0,4m; P3: z = 9,6m, a = 0,4m; P4: z = 9,6m, a = 0,4m
P1: z = 10,4m, c = – 0,8m; P2: z = 10,4m, c = – 0,8m; P3: z = 9,6m, a = 1,6m; P4: z = 9,6m, a = 1,6m
Sobre o posicionamento Global Navegation Satellite System (GNSS), é possível afirmar que
apenas o sistema GPS e GLONASS estão ativos e são interoperáveis.
os sistemas GPS, GLONASS, Galileo e Compass estão atualmente ativos.
as constelações Compass e Galileo são utilizadas apenas na aviação e na navegação marítima.
todos os receptores de sinal GNSS podem captar informações das constelações ativas.
a utilização de múltiplas constelações GNSS não é aconselhável, pois pode trazer redução na precisão do levantamento.
Em uma poligonal fechada plana, chamando “n” o número de lados da poligonal, a soma teórica dos ângulos internos é igual a:
(n-1). 45º
(n-1). 90º
(n-2). 180°
(n-2). 360°
Na escolha da diretriz de uma ferrovia, é uma conduta CORRETA do Topógrafo:
Priorizar menor distância, mesmo com rampas excessivas.
Equilibrar distância, declividade, custos de obras de arte e impactos ambientais.
Ignorar geologia e hidrologia da região.
Basear-se apenas em visibilidade horizontal.
Em relação aos conceitos básicos de ângulos topográficos, quanto a origem, há diversos tipos de ângulos verticais. Observe a imagem a seguir:

A imagem acima indica um ângulo:
Nadiral.
Zenital.
Inclinado.
Deflectivo.


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Durante o anteprojeto de uma ferrovia, o traçado proposto cruza uma área de preservação permanente. Nesse caso, a decisão técnica deve:
Avaliar alternativas de desvio, custos adicionais e impactos socioambientais, propondo solução viável.
Priorizar o traçado mais curto, independentemente de quaisquer tipos de impactos ambientais.
Ignorar legislação ambiental e focar apenas em economia de recursos, uma vez que isso é mais importante.
Considerar apenas a declividade média sem analisar ocupação do solo.
Um projeto de rodovia atravessa uma região com solos argilosos de baixa capacidade de suporte e alta suscetibilidade à erosão. O Topógrafo, ao elaborar os estudos geotécnicos, deve propor soluções que:
Ignorem a condição do solo e mantenham o traçado original para reduzir custos imediatos.
Incluam alternativas de estabilização de taludes, drenagem superficial e possível alteração da diretriz.
Considerem apenas a pavimentação como solução para evitar erosão.
Eliminem a necessidade de obras de arte especiais.
Sobre o cálculo de volumes de corte e aterro em rodovia montanhosa, é CORRETO afirmar que:
Considera seções transversais representativas e métodos de prismoides ou áreas médias.
Ignora variações de terreno e usar valores médios, isso o fará ganhar tempo.
Baseia-se apenas em perfis longitudinais.
Exclui drenagem e obras de contenção.
Acerca do orçamento de engenharia de uma ferrovia, assinale a alternativa CORRETA:
Inclui custos diretos e indiretos, manutenção futura e obras de arte.
Considera apenas mão de obra.
Exclui custos de sinalização.
Baseia-se em valores médios sem detalhamento.
Durante o desenvolvimento de um projeto rodoviário em região de relevo irregular, o uso de seções transversais é indispensável para cálculos de volumes e definição de soluções de drenagem. Acerca das boas práticas de engenharia, é INCORRETO afirmar que:
Representam largura da pista, taludes, dispositivos de drenagem e elementos auxiliares.
São fundamentais para definir obras de arte, como bueiros e galerias pluviais.
Podem ser utilizadas para verificar a estabilidade de taludes e necessidade de contenções.
Devem ser elaboradas sem considerar precisão topográfica, pois servem apenas como referência aproximada.


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