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Um determinado município do estado de Alagoas deseja construir sua base cartográfica municipal e contratou um engenheiro cartógrafo e agrimensor para esse fim. Durante a análise preliminar, verificou-se que a área urbana desse município está situada em dois fusos distintos do sistema Universal Transverse Mercator (UTM). Considerando essa condição, o profissional optou por adotar um Sistema Topográfico Local (STL), baseado em Plano Topográfico Local (PTL) para executar seu mapeamento.
À luz dos fundamentos do PTL e das diretrizes da norma ABNT NBR 14.166/2022, assinale a alternativa correta.
PTL e STL são conceitos equivalentes, diferenciando-se apenas pela terminologia adotada na versão mais recente da norma.
A adoção do PTL dispensa a vinculação do levantamento ao sistema geodésico Brasileiro, por se tratar de sistema plano independente.
O PTL é caracterizado como um sistema de coordenadas geocêntrico tridimensional adaptado especificamente para aplicações cadastrais municipais.
O PTL deve ser adotado, exclusivamente, para áreas inferiores a 50 km², pois elimina, completamente, as distorções métricas decorrentes da curvatura terrestre.
A decisão está tecnicamente correta, pois o uso do STL baseado no PTL permite estabelecer um sistema plano único para o município, eliminando a descontinuidade cartográfica decorrente da divisão em dois fusos UTM.
A unidade básica de comprimento utilizada em levantamentos topográficos é o:
grau
metro
hectare
quilograma
Em levantamentos topográficos, um receptor GPS diferencial (DGPS) é usado para:
medir só distâncias horizontais
substituir levantamento topográfico
registrar mapas de forma analógica
corrigir posições com maior precisão
Em levantamentos topográficos, a principal vantagem do uso do taqueômetro é:
substituir o GPS
aumentar a escala do mapa
evitar cálculos trigonométricos
medir ângulos e distâncias rapidamente
No nivelamento diferencial, o erro acumulado ao longo do percurso pode ser minimizado:
usando apenas uma estação de referência
intercalando medições em ida e volta
aumentando a distância entre réguas
ignorando os desníveis pequenos
Para a leitura da direção horizontal do teodolito, a diferença entre a leitura em Pontaria Direta (PD) e Pontaria Inversa (PI) deve ser igual a:
0º.
45º.
90º.
180º.
A representação da declinação magnética em cartas é feita através de curvas, assim, quando essas curvas são de igual variação anual em minutos, elas são denominadas como:
Curvas magnéticas.
Curvas isopóricas.
Curvas isodóricas.
Curvas isogônicas.
Assinale CORRETAMENTE a Norma brasileira que trata das Convenções topográficas para cartas e plantas cadastrais - Escalas 1:10.000, 1:5.000, 1:2.000 e 1:1.000 - Procedimento:
ABNT NBR 15777 de 2009.
ABNT NBR 15309 de 2005.
ABNT NBR 14645 de 2001.
ABNT NBR 12478 de 2006.
É o processo no qual a área a ser avaliada é dividida em figuras geométricas, como triângulos, quadrados ou outras figuras, e a área final será determinada pela somatória de todas as áreas dessas figuras geométricas.
O enunciado acima refere-se CORRETAMENTE a:
Processo mecânico.
Processo gráfico.
Processo computacional.
Processo analítico.
Na sequência de cálculo e ajuste de uma poligonal fechada, o último procedimento a se fazer é:
Cálculo das coordenadas definitivas.
Cálculo do erro de fechamento linear.
Distribuição do erro de fechamento angular.
Cálculo dos Azimutes.
Na definição da superelevação em curvas de rodovia de alto volume de tráfego, o Topógrafo deve:
Ignorar veículos pesados e projetar apenas para automóveis leves.
Reduzir custos de terraplenagem eliminando superelevação.
Basear-se em estimativas visuais sem cálculos técnicos.
Equilibrar segurança, conforto e economia, ajustando parâmetros conforme velocidade de projeto e raio da curva.
De acordo com a Norma brasileira NBR 13133, os sistemas de projeção Transversa de Mercator (TM) padronizados, são, EXCETO:
ATM.
RTM.
UTM.
LTM.
Em projetos de rodovias, a visibilidade de ultrapassagem deve:
Ignorar veículos pesados.
Basear-se apenas em condições noturnas.
Excluir curvas horizontais.
Ser calculada considerando velocidade de projeto, tempo de reação e distância de manobra.
São pontos convenientemente distribuídos, que vinculam o terreno ao levantamento topográfico e, por isso, são materializados com, por exemplo, estacas, piquetes, marcos de concreto, pinos de metal ou tinta, dependendo da sua importância e permanência:
Pontos cotados.
Pontos de segurança.
Pontos de detalhe.
Pontos de apoio.
Em um projeto de loteamento urbano, o uso de convenções topográficas é essencial para comunicação entre equipes multidisciplinares. A função principal dessas convenções é:
Eliminar necessidade de coordenadas numéricas, simplificando cálculos.
Padronizar símbolos e representações gráficas, permitindo interpretação universal de elementos naturais e artificiais.
Substituir cálculos de área e distâncias, tornando-os desnecessários.
Ignorar curvas de nível e perfis altimétricos para reduzir tempo de desenho.
Durante a edição vetorial de um projeto de loteamento em ambiente de Desenho Assistido por Computador (AutoCAD/Civil 3D), o técnico em topografia utiliza ferramentas específicas de automação. Assinale a alternativa que indica a funcionalidade correta de um objeto do tipo linha de ruptura (Breakline) na geração de superfícies topográficas de pontos:
inibir o desenho de curvas de nível.
alterar as coordenadas planas dos pontos levantados.
exportar os dados brutos de cadernetas de campo.
definir descontinuidades lineares na triangulação do terreno.
substituir a cota altimétrica de pontos isolados.
No processamento de dados altimétricos para a geração de um Modelo Digital de Terreno, o técnico em topografia analisa o comportamento das curvas de nível em uma encosta íngreme. Com base nas propriedades geométricas das curvas de nível, sobre a representação do relevo, é correto afirmar:
Curvas próximas indicam relevo bastante plano.
Curvas cruzam -se em terrenos com aclive.
Curvas distantes representam um terreno íngreme.
Curvas paralelas mostram uma declividade uniforme.
Curvas fecham -se apenas fora da planta.
Em uma área, foi realizado um levantamento topográfico planialtimétrico com o objetivo de se construir um platô com topo plano numa elevação z. Os cálculos dos volumes de terraplenagem mostraram haver volumes de corte e volumes de aterro. Dadas as afirmativas sobre os movimentos de terra no platô,
I. Pode-se afirmar que a superfície da área do terreno nos limites do platô se eleva além da elevação z, em determinada/s área/s e que está aquém da elevação z em determinada/s área/s.
II. Há área/s da superfície z que ora aflora/m à superfície do terreno e que ora está/ão abaixo da superfície do terreno.
III. A elevação z está sempre acima da superfície do terreno, nos limites do platô.
IV. A elevação z está sempre abaixo da superfície do terreno, nos limites do platô.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
III.
I e II.
I e IV.
II e III.
I, II e IV.
A utilização de levantamentos topográficos por meio do uso de aeronaves remotamente pilotadas tem sido cada vez mais frequente, com destaque para obras civis de estradas, onde é possível a aquisição de informações sobre o terreno de maneira rápida e precisa. Com base nessa informação, dadas as afirmativas,
I. A utilização de pontos de controle no solo corrige distorções geométricas e aumenta a precisão do levantamento.
II. Quanto maior a altitude do voo, maior o Ground Sample Distance (GSD) da imagem obtida e, consequentemente, maior a precisão no levantamento.
III. Atualmente, as altitudes obtidas a partir de levantamentos com Aeronave Remotamente Pilotada (RPA) têm apresentado precisões equivalentes aos nivelamentos geométricos para obras de engenharia.
IV. É necessária autorização prévia da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para a realização desse tipo de levantamento.
verifica-se que estão corretas
I e II, apenas.
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Um trecho de um canal, com projeto geométrico definido, mostra em planta que esse projeto está dentro dos limites de um mesmo fuso, embora se desenvolva no sentido de oeste para leste, predominantemente. Há marcos implantados ao longo do seu desenvolvimento, com coordenadas de primeira ordem, que serão utilizados para locação do eixo do canal e que foram também implantados como base para a elaboração da planta topográfica utilizada para a elaboração do projeto. Os pares de marcos foram implantados, utilizando-se a tecnologia GNSS (Sistema Global de Navegação por Satélite), distantes entre si, em média, de 250 m e entre pares de, aproximadamente, 3,5 km. Uma equipe com estação total fará a locação de todas as singularidades ao longo do eixo (PIs, curvas, estaqueamento, pontos de curva, pontos de tangência etc.), úteis para construção da infraestrutura. A equipe materializará uma poligonal de apoio em cada trecho entre os pares de marcos a qual servirá de apoio para a locação das singularidades da obra. Para garantir uma rápida aviventação de cada PI (ponto de interseção entre os alinhamentos), já locados, em casos de destruição do PI, que pode ser frequente, a equipe decide fazer uma amarração, dupla para cada PI, amarração para a esquerda do alinhamento, quando a deflexão for direita e amarração para a direita, quando a deflexão for para a esquerda. Os alinhamentos das amarrações terão sempre ângulo de 90º com vértice no PI em consideração. Considere que o azimute de referência será o que coincidirá com a bissetriz do ângulo central de cada curva e considere que a amarração 1 será sempre à esquerda, quando a deflexão for positiva, e a amarração 2 à direita do alinhamento da bissetriz.
Dadas as afirmativas, para quando a deflexão for positiva,
I. O azimute da amarração 1 será o azimute do alinhamento da bissetriz do ângulo central da curva, no sentido ‘PI – Centro da curva’ menos 135º (Az1=AzbissetrizPI−c−135∘), e o azimute da amarração 2 será o azimute da bissetriz do ângulo central da curva, no sentido ‘PI – Centro da curva’ mais 135º (Az2=AzbissetrizPi−c+135º) .
II. O azimute da amarração 1 será o azimute de saída do PI mais 90º menos metade do ângulo central (AC) da curva menos 135º [Az1=Azs+(90∘−21AC)−135∘], e o azimute da amarração 2 será o azimute de saída do PI mais 90º menos metade do ângulo central da curva mais 135º [Az2=Azs+(90∘−21AC)+135∘].
III. O azimute da amarração 1 será o azimute do mesmo alinhamento da bissetriz do ângulo central da curva, no sentido ‘PI – Centro da curva’ menos 90º (Az1=AzbissetrizPI−c−90∘), e o azimute da amarração 2 será o azimute da bissetriz do ângulo central da curva, no sentido ‘PI – Centro da curva’ mais 90º (Az2=AzbissetrizPI−c+90∘).
verifica-se que está/ão correta/s
I, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.