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No final de 2021, a dívida bruta das empresas brasileiras somou R$ 1,26 trilhão, o maior valor histórico registrado na série histórica da Economática, que elaborou o levantamento. O número é 15,8% maior do que aquilo registrado no fim de 2021 e o crescimento mantém uma sequência de altas que se dá desde 2016.
Além do aumento do endividamento bruto, houve também, no ano passado, o aumento da dívida no curto prazo, que somou R$ 197,6 bilhões, maior valor desde 2010.
Disponível em: https://www.infomoney.com.br/mercados/divida-de-empresas-brasileiras-com-capital-aberto-soma-r-126- trilhao-em-2021-maior-nivel-da-serie-historica/. Acesso em: 23 jan. 2023.
A captação de dívidas é uma das formas de financiamento das empresas, compondo sua estrutura de capital. Cada fonte de recursos tem seu custo implícito ou explícito.
Sobre a relação entre a estrutura de capital, a alavancagem financeira e seus custos, assinale a alternativa INCORRETA.
O risco financeiro da empresa está diretamente relacionado não apenas ao seu nível de endividamento, mas também aos prazos de amortização dos recursos tomados de terceiros.
Mesmo com um spread de captação positivo (taxa de retorno do projeto maior que o custo de captação da dívida), a empresa deve levar em consideração, ao decidir seu nível de endividamento, o risco financeiro.
Um grau de alavancagem financeira (GAF) de 1,5 obtido por uma empresa em determinado período indica que sua alavancagem foi desfavorável, ou seja, o retorno sobre o seu investimento (ROI) foi maior que o retorno do patrimônio líquido (ROE).
O custo de capital de uma firma reflete a remuneração mínima exigida pelos proprietários de suas fontes de recursos, ou seja, seu custo de oportunidade. Ele está relacionado ao risco do negócio, indicando que quanto maior o risco, maior o custo, tanto do capital próprio como do capital de terceiros.