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De acordo com a Avaliação e contabilização de itens patrimoniais (impairment) os seguintes elementos devem ser refletidos no cálculo do valor em uso do ativo:
estimar futuras entradas e saídas de caixa derivadas do uso contínuo do ativo e de sua baixa fina; aplicar a taxa de desconto apropriada a esses fluxos de caixa futuros.
basear as projeções de fluxo de caixa em premissas razoáveis e fundamentadas que representem a melhor estimativa, por parte da administração, do conjunto (range) de condições econômicas que existirão ao longo da vida útil remanescente do ativo.
projeções de entradas de caixa advindas do uso contínuo do ativo;
se houver, fluxos de caixa líquidos a serem recebidos (ou pagos) quando da baixa do ativo ao término de sua vida útil.
estimativa dos fluxos de caixa futuros que a entidade espera obter com esse ativo; expectativas acerca de possíveis variações no montante ou no período de ocorrência desses fluxos de caixa futuros; valor do dinheiro no tempo, representado pela atual taxa de juros livre de risco; preço pela assunção da incerteza inerente ao ativo (prêmio); outros fatores, tais como falta de liquidez advindos do ativo.