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Segundo o CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, o valor justo difere do valor em uso. O valor justo reflete as premissas que os participantes do mercado utilizam ao precificar o ativo. Por outro lado, o valor em uso reflete os efeitos de fatores que podem ser específicos para a entidade e não aplicáveis às entidades de modo geral. Por exemplo, o valor justo não reflete nenhum dos seguintes fatores, na medida em que eles geralmente não estejam disponíveis a participantes do mercado, exceto.
sinergias entre o ativo que está sendo mensurado e outros ativos.
direitos legais ou restrições legais que sejam específicos somente ao proprietário atual do ativo.
riscos específicos do ativo para os quais as estimativas de fluxos de caixa futuros não tenham sido ajustadas.
benefícios fiscais ou ônus fiscais que sejam específicos ao proprietário atual do ativo.