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A perda por desvalorização (impairment) de um ágio gerado a partir de uma combinação de negócios deve ser alocada para reduzir o valor contábil dos ativos.
Uma dessas regras diz respeito à perda por impairment e estabelece que:
quando o seu valor recuperável excede seu valor contábil, a perda por impairment deve ser alocada ao ativo e reconhecida a perda no resultado;
quando calculado o valor em uso para teste de impairment, as projeções de saídas de caixa devem incluir itens de melhoria ou aprimoramento do ativo testado;
se não for praticável estimar o valor recuperável para cada ativo individualmente de uma unidade geradora de caixa, nenhuma ação é requerida para reconhecer a perda por desvalorização entre os ativos da unidade;
se parte do ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) alocado a uma unidade geradora de caixa decorre de combinação de negócios ocorrida durante o período anual corrente, essa unidade deve ser testada depois do fim do período anual corrente;
se um ativo dentro da unidade geradora de caixa indicar redução ao valor recuperável, a entidade deve testar primeiramente o ativo para impairment e reconhecer qualquer desvalorização para aquele ativo, antes de realizar o teste na unidade geradora de caixa que contém o ágio.


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