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Uma indústria adquiriu um equipamento de grande porte em 1º...

Uma indústria adquiriu um equipamento de grande porte em 1º de julho de 2020. Para aquisição da máquina, a sociedade deveria desembolsar R$ 1.500.000,00 à vista. Após analisar o seu fluxo de caixa, a administração da indústria decidiu financiar o pagamento da máquina junto ao fornecedor em 36 parcelas mensais de R$ 50.000,00, totalizando R$ 1.800.000,00. Adicionalmente, a empresa ainda desembolsou R$ 52.000,00 para transportar a máquina da sede do fornecedor ao local de sua instalação; R$ 160.000,00 com tributos não recuperáveis; e, R$ 10.000,00 com seguro no transporte. Sabe-se que a indústria contratou uma empresa especializada para realizar a instalação e incorreu em gastos com instalação no montante de R$ 70.000,00. Findada a instalação, a fase de testes do funcionamento da máquina gerou custos de R$ 14.000,00 e as amostras produzidas, na fase de testes, foram vendidas por R$ 6.000,00. Devidamente instalada e testada, a máquina ficou apta para produzir em 1º de outubro de 2020. Posteriormente, a empresa pagou R$ 5.000,00 na realização de um curso para treinamento de seus empregados a fim de operar o equipamento. O método de unidades produzidas foi adotado para o cálculo da depreciação, considerando valor residual de 10% do custo de aquisição. A capacidade estimada de produção ao longo da vida útil da máquina é de 2.000.000 unidades. Em 2020, a produção foi de 60.000 unidades. Em 2021, a produção foi de 220.000 unidades. Considerando tais informações e, ainda, de acordo com a NBC TG 27 (R4) – Ativo Imobilizado, é correto afirmar que o valor contábil líquido (deduzido o saldo da depreciação acumulada) desse ativo, em 31/12/2021, foi:


A

R$ 1.566.208,00


B

R$ 1.573.200,00


C

R$ 1.577.570,00


D

R$ 1.835.400,00