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Segundo Assaf Neto (2010), no processo de análise de balanços, faz-se necessário considerar os impactos dos métodos de depreciação empregados, a fim de que os resultados alcançados sejam efetivamente representativos da situação patrimonial das organizações. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.
Objetivando uma regulamentação para o cálculo da taxa anual de depreciação, as autoridades monetárias, por meio da Secretaria da Receita Federal, publicarão, periodicamente, o prazo de vida útil para os diversos bens fixos, em condições normais de uso.
O valor residual, se houver, é apurado ao final da vida útil do bem, ficando sujeito à tributação.
Caso a empresa julgue gerencialmente conveniente alterar o critério de cálculo da depreciação, deverá ajustar o valor adicional da despesa na apuração do lucro real (base de cálculo do imposto de renda), pois o montante a ser lançado como depreciação em cada período pode exceder o valor auferido, se adotado o método da soma dos dígitos decrescente.
Existem inúmeros métodos quantitativos utilizáveis para o cálculo da quota anual de depreciação. Entre eles, podem ser citados: linear, soma de dígitos, exponencial, unidades produzidas, horas trabalhadas, etc.
A empresa poderá optar por um menor prazo de vida de seus bens, aplicando, dessa maneira, uma taxa maior que a regulamentada e, nesse caso, deverá pagar imposto de renda sobre a parcela adicional da despesa de depreciação calculada.