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Ao analisar o indicador EBITDA como uma medida da...

Ao analisar o indicador EBITDA como uma medida da capacidade de geração de caixa operacional de uma empresa, a principal limitação teórica que fundamenta uma crítica a essa utilização é o fato de que


A

o EBITDA ignora as variações nas contas de capital de giro que representam uma das principais diferenças entre o lucro apurado pelo regime de competência e a efetiva geração de caixa das operações.


B

o EBITDA não considera as despesas com juros, o que o torna inadequado para empresas com alto nível de alavancagem financeira, pois a despesa financeira é um item que consome caixa.


C

por não deduzir a depreciação e a amortização, o EBITDA não reflete a necessidade de reinvestimento em ativos fixos para manter a capacidade produtiva da empresa.


D

o cálculo do EBITDA não é padronizado pelas normas internacionais (IFRS), permitindo que as empresas realizem ajustes que podem distorcer a comparação entre diferentes organizações.


E

o EBITDA não leva em conta o impacto dos impostos sobre o lucro, que representam uma saída de caixa obrigatória e, portanto, superestima o caixa disponível para os acionistas.