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A Empresa Ômega possui um Grau de Alavancagem Operacional (GAO) de 2,5 e um Grau de Alavancagem Financeira (GAF) de 1,6, resultando em um Grau de Alavancagem Total (GAT) de 4,0. A análise de sua estrutura de custos revela uma alta proporção de custos fixos, e sua estrutura de capital indica um uso significativo de capital de terceiros. Em um cenário projetado de queda de 10% no nível de vendas, qual é a implicação mais crítica para o risco da Empresa Ômega, do ponto de vista da análise das demonstrações contábeis?
O risco operacional (GAO 2,5) é o fator mais preocupante, pois a presença de custos fixos elevados amplifica a queda do Lucro Operacional.
A alta proporção de custos fixos (GAO 2,5) mitigará o impacto da queda de vendas, pois esses custos não variam, o que estabiliza a Margem de Contribuição e, consequentemente, o Lucro Bruto.
O risco total é irrelevante, pois a queda nas vendas afeta primeiramente o Lucro Operacional, sendo o GAF o único responsável pela magnitude da variação no Lucro Líquido.
O Lucro por Ação (LPA) da empresa é esperado diminuir em 40%, devido ao efeito multiplicador do GAT (4,0), o que confirma um elevado risco sistêmico potencializado por custos fixos e dívidas.
O risco financeiro (GAF 1,6) é o fator mais preocupante, pois as despesas de juros serão fixas, mas o Lucro Operacional, usado para cobri-las, cairá apenas 10%.