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Na contabilidade aplicada ao setor público, a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) apresenta as entradas e saídas de caixa. A informação dos fluxos de caixa permite aos usuários avaliar como a entidade do setor público obteve recursos para financiar suas atividades (operacional, de investimento e de financiamento) e a maneira como os recursos de caixa foram utilizados. No tocante à classificação dos fluxos de caixa, assinale a alternativa correta.
São exemplos de fluxos de caixa relacionados às atividades operacionais:
- Recebimentos de caixa decorrentes de impostos, taxas, contribuições e multas;
- Recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de serviços; e
- Recebimentos ou pagamentos em caixa decorrentes de operações descontinuadas.
São exemplos de fluxos de caixa relacionados às atividades de investimento:
- Recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangível e outros ativos de longo prazo;
- Recebimentos e pagamentos em caixa de contratos mantidos para negociação imediata ou disponíveis para venda; e
- Pagamentos em caixa a empregados ou em nome de empregados.
São exemplos de fluxos de caixa relacionados às atividades de financiamento:
- Caixa recebido proveniente da emissão de debêntures, empréstimos contraídos, notas promissórias, títulos e valores, hipotecas e outros empréstimos contraídos de curto e de longo prazos;
- Pagamentos em caixa a fornecedores de mercadorias e serviços; e
- Pagamentos em caixa a empregados ou em nome de empregados.
São exemplos de fluxos de caixa relacionados às atividades operacionais:
- Adiantamentos em caixa e empréstimos concedidos a terceiros (exceto aqueles adiantamentos e empréstimos feitos por instituição financeira pública);
- Pagamentos em caixa por arrendatário, para redução do passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro; e
- Amortização de empréstimos e financiamentos que foram contraídos.
São exemplos de fluxos de caixa relacionados às atividades de investimento:
- Recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangível e outros ativos de longo prazo;
- Pagamentos em caixa por arrendatário, para redução do passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro; e
- Recebimentos de caixa decorrentes de impostos, taxas, contribuições e multas.