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Uma fundação pública de ensino superior apresenta o seguinte quadro: elevado volume de despesas empenhadas no primeiro semestre, com liquidação e pagamento concentrados no final do exercício; baixo controle sobre a abertura de restos a pagar, que acabam sendo rolados de um exercício para outro; ausência de integração entre o módulo orçamentário (empenho) e o módulo de gestão de caixa.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que, no que diz respeito à execução de despesas e à gestão financeira, a situação da fundação em apreço
é compatível com as boas práticas de gestão financeira, desde que os empenhos não sejam anulados.
demonstra excelência de gestão, pois maximiza a execução orçamentária, independentemente da liquidação.
é problemática, pois a concentração de liquidações e pagamentos no fim do exercício, somada à falta de controle de restos a pagar e à não integração com o caixa, aumenta o risco de desequilíbrio financeiro e de descumprimento de obrigações.
é adequada, pois a antecipação de empenhos garante o cumprimento do princípio da anterioridade da despesa.
é adequada, já que restos a pagar são apenas registros contábeis sem efeito de caixa.


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