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Para o ativo B, o valor em uso deve ser determinado pelo valor presente dos fluxos de caixa futuros esperados, conforme a NBC TSP 10, ao passo que, para o ativo A, o valor em uso não é aplicável, por ser ele um ativo não gerador de caixa.
Certo
Errado
Como há evidências de danos severos aos ativos do complexo hospitalar, devem-se estimar os valores recuperáveis de serviço dos equipamentos de imagem da UPA, ainda que eles sejam ativos não geradores de caixa.
Certo
Errado
Na apuração do valor recuperável de ativo não gerador de caixa, o custo de reposição e o custo de reprodução do ativo devem ser determinados sob base não otimizada, considerando integralmente eventuais excessos de capacidade ou de concepção do bem original.
Certo
Errado
Suponha que um hospital público tenha identificado a obsolescência de um equipamento de imagem que não gera entradas de caixa identificáveis. Nesse caso, para o teste de recuperabilidade do ativo, deve-se priorizar a mensuração do valor em uso do equipamento por meio
do custo histórico corrigido do ativo.
dos múltiplos de mercado obrigatórios.
do custo de reposição depreciado, refletindo-se o potencial de serviços do ativo.
do preço líquido de venda em leilão, que deve ser adotado para mensurar a recuperabilidade de ativos em todas as situações.
dos fluxos de caixa descontados do ativo.
O valor contábil da ferrovia, a qual é um ativo não gerador de caixa, deve ser reduzido ao valor recuperável de serviço sempre que este for inferior àquele, e a estimativa formal do valor recuperável de serviço só é obrigatória se houver indício de desvalorização.
Certo
Errado
Na redução ao valor recuperável, o valor em uso de um ativo não gerador de caixa é o valor presente do potencial de serviços remanescente do ativo.
Certo
Errado
De acordo com a NBC TSP 09, valor recuperável de serviço é o
montante estimado que a entidade obteria com a alienação do ativo, após deduzir as despesas estimadas de venda, caso o ativo já tivesse a idade, a condição e o tempo de uso esperados para o fim de sua vida útil.
montante pelo qual um ativo não gerador de caixa é reconhecido após a dedução da depreciação acumulada, sendo que depreciação é definida como a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo de sua vida útil.
maior montante entre o valor justo de um ativo não gerador de caixa e o seu valor em uso, sendo que valor em uso é um montante de entrada, específico para uma entidade e observável em mercado aberto, ativo e organizado.
maior montante entre o valor em uso e o custo de reposição, sendo que custo de reposição é definido como o montante mais econômico exigido para a entidade substituir o potencial de serviços do ativo na data do relatório.
maior montante entre o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo não gerador de caixa e o seu valor em uso, sendo que valor em uso é definido como o valor presente do potencial de serviços remanescente do ativo.