Como há evidências de danos severos aos ativos do complexo hospitalar, devem-se estimar os valores recuperáveis de serviço dos equipamentos de imagem da UPA, ainda que eles sejam ativos não geradores de caixa.
Suponha que um hospital público tenha identificado a obsolescência de um equipamento de imagem que não gera entradas de caixa identificáveis. Nesse caso, para o teste de recuperabilidade do ativo, deve-se priorizar a mensuração do valor em uso do equipamento por meio
A
do custo histórico corrigido do ativo.
B
dos múltiplos de mercado obrigatórios.
C
do custo de reposição depreciado, refletindo-se o potencial de serviços do ativo.
D
do preço líquido de venda em leilão, que deve ser adotado para mensurar a recuperabilidade de ativos em todas as situações.
O valor contábil da ferrovia, a qual é um ativo não gerador de caixa, deve ser reduzido ao valor recuperável de serviço sempre que este for inferior àquele, e a estimativa formal do valor recuperável de serviço só é obrigatória se houver indício de desvalorização.