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Em situações de desastres em massa, o processo de identificação de vítimas de desastres (DVI, na sigla em inglês) segue protocolos padronizados internacionalmente, visando garantir a identificação precisa, ética e científica das vítimas. Considerando esses protocolos e as etapas do DVI, assinale a alternativa correta.
O processo DVI é composto por três fases: a coleta de dados ante mortem, a coleta de dados post mortem e a comparação, realizada, posteriormente, por autoridade policial.
A fase de reconhecimento visual é o método preferencial de identificação, desde que realizada por familiares diretos das vítimas.
A coleta de impressões digitais, registros odontológicos e perfil genético constitui parte da fase post mortem, e deve seguir rigorosamente a rastreabilidade prevista na cadeia de custódia, como preconizado pela INTERPOL.
A coordenação do DVI é sempre de responsabilidade exclusiva da Defesa Civil, cabendo aos peritos apenas a emissão dos laudos finais de identificação.
A coleta de DNA quase nunca é passível de utilização nesses locais, pelo avançado estado de carbonização que se encontram os corpos.