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Leia o texto a seguir.
Examino essas trajetórias pelas quais o estado de exceção e a relação de inimidade tornaram-se a base normativa do direito de matar. Em tais instâncias, o poder (e não necessariamente o poder estatal) continuamente se refere e apela à exceção, emergência e a uma noção ficcional do inimigo. Ele também trabalha para produzir semelhantes exceção, emergência e inimigo ficcional.
MBEMBE, Achille. 2016.
O texto reflete o estudo da
Vitimologia.
Necropolítica.
Criminologia Queer.
Criminologia Midiática.
Criminologia Positivista.