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Considere que a MANAUSPREV tenha firmado uma concessão administrativa para construção de um novo prédio sede, com pagamento somente após a conclusão da obra e sua disponibilização em condições de uso. Referido contrato foi considerado ilegal pelo Tribunal de Contas do Estado, sendo razão plausível para tal decisão a
previsão de execução de obra pública como objeto único do contrato de parceria público-privada.
previsão de pagamento de contraprestação não atrelada ao ritmo de execução das obras.
celebração por entidade integrante da Administração indireta, eis que somente pessoas jurídicas de direito público podem figurar como contratantes.
adoção de modalidade inadequada, eis que somente a concessão patrocinada admite a figura do parceiro público como usuário direto.
previsão de investimento superior a R$ 10 milhões ou prazo inferior a vinte e cinco anos.