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Segundo Dias (2015), no livro sobre Engenharia de custos: estimativa de custos de obras e serviços de engenharia, algumas tabelas são utilizadas como referenciais, como as tabelas SINAPI, SICRO e EMOP. O uso de diferentes tabelas de custos, sem sua compatibilização, poderá, durante a execução da obra, resultar em problemas para solicitação/concessão de reajustes de preços, tendo em vista que diferentes órgãos podem utilizar diferentes coeficientes de consumo, diferentes preços de insumos e diferentes percentuais de encargos sociais. Objetivando a elaboração de um orçamento consistente e controlável, é necessário, ao adotar composições de diferentes órgãos, que se estabeleça algumas regras.
Dentre as orientações apresentadas a seguir, marque APENAS a orientação que possa gerar dificuldades de controle e ou adequação de custos durante a vigência do contrato.
O custo do insumo deve ser o mesmo em todas as composições adotadas.
O preço da mão de obra deve considerar os mesmos encargos sociais e ou complementares.
Na ausência de composições da tabela referencial adotada majoritariamente, pode-se adotar os itens e os coeficientes de outra tabela referencial.
Na ausência de composições da tabela referencial adotada majoritariamente, pode-se adotar o custo do serviço de outra tabela referencial sem quaisquer ressalvas.
O custo do serviço deve ser compatível com o custo do mercado.