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Em uma agência reguladora, o planejamento estratégico estabeleceu objetivos de longo prazo vinculados à ampliação da qualidade dos serviços prestados à sociedade. Contudo, avaliações internas revelaram que tais objetivos não foram adequadamente traduzidos em metas setoriais, inexistem indicadores padronizados de desempenho e os gestores concentram seus esforços em cobranças pontuais, sem análise sistemática das causas dos desvios. Pautado nas funções administrativas e dos níveis de controle (estratégico, tático e operacional), assinale a alternativa que expressa, de forma CORRETA, o conjunto de falhas predominantes e a ação prioritária para superá-las.
O problema decorre essencialmente de deficiência no planejamento estratégico, devendo a organização reformular missão, visão e valores, ainda que se mantenham inalteradas as estruturas organizacionais, os processos de trabalho e os mecanismos de acompanhamento.
Evidenciam-se fragilidades na função organização e no controle em níveis tático e operacional, exigindo o desdobramento do planejamento estratégico em metas setoriais, a definição clara de responsabilidades e a implantação de indicadores e rotinas sistemáticas de monitoramento.
A situação resulta primordialmente de falhas na direção, recomendando-se intensificar a supervisão direta, ampliar a cobrança por resultados individuais e reforçar a autoridade formal dos gestores.
Constata-se excesso de controle operacional, o que demanda flexibilização de procedimentos, redução do número de indicadores e ampliação da autonomia decisória das unidades.