Imagem de fundo

Ao apreciar, em procedimento de fiscalização, contrato de concessão de uso de parque mu...

Ao apreciar, em procedimento de fiscalização, contrato de concessão de uso de parque municipal, o Tribunal de Contas do Estado constatou a ocorrência de vício insanável no procedimento de licitação e determinou, ao Poder Público Municipal, que promovesse a anulação do contrato e da licitação que o antecedeu, no prazo de até trinta dias. Essa determinação da Corte de Contas


A

não produz efeitos se a Administração Pública municipal entender que não há vício de nulidade a ser reconhecido.


B

produz efeitos e deverá ser atendida pelo Poder Público contratante dentro do prazo assinalado, sob pena de o próprio Tribunal de Contas solicitar à Câmara de Vereadores que suste o contrato impugnado.


C

não produzirá efeitos se a autoridade competente convalidar o ato viciado e, assim, sanear o processo de licitação e concessão.


D

somente produzirá efeitos se for ratificada pelo Poder Judiciário.


E

somente produzirá efeitos depois de ratificada pela Câmara de Vereadores.