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Chioro et al (2021) in Santos e Pinto (2021), ao tratarem...

Chioro et al (2021) in Santos e Pinto (2021), ao tratarem da atenção hospitalar brasileira após a implantação do SUS afirmaram que: “Em 1988, ano que marca o advento do SUS, o parque hospitalar brasileiro já apresentava capacidade instalada muito expressiva. Em 1976, segundo a Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária, o país possuía mais de 440 mil leitos...O número de leitos seguiu crescendo...às custas da expansão de hospitais privados, até 1992, quando chegou a números superiores a 540 mil leitos, o que proporcionava uma relação de 3,65 leitos por 1.000 habitantes, ordem de grandeza até então mais afeita ao cenário de países do mundo desenvolvido.” Contudo, segundo os autores, o parque hospitalar padecia de significativos problemas, que, em síntese, podem ser assim caracterizados:


A

ausência de hospitais de médio e pequeno porte; grande capacidade para atender, de forma resolutiva, ao conjunto das necessidades em saúde vigentes; concentração expressiva de hospitais nos principais centros urbanos do país, com grandes vazios assistenciais dentre outros.


B

predominância de hospitais de médio e pequeno porte; baixa capacidade para atender, de forma resolutiva, ao conjunto das necessidades em saúde vigentes; concentração expressiva de hospitais nos principais centros urbanos do país, com grandes vazios assistenciais dentre outros.


C

ausência de hospitais de médio e pequeno porte; grande capacidade para atender, de forma resolutiva, ao conjunto das necessidades em saúde vigentes; concentração expressiva de hospitais nos menores centros urbanos do país, com grandes vazios assistenciais dentre outros.


D

ausência de hospitais de médio e pequeno porte; grande capacidade para atender, de forma resolutiva, ao conjunto das necessidades em saúde vigentes; desconcentração expressiva de hospitais nos menores centros urbanos do país, com grandes vazios assistenciais dentre outros.


E

predominância de hospitais de médio e pequeno porte; alta capacidade para atender, de forma involutiva, ao conjunto das necessidades em saúde vigentes; concentração inexpressiva de hospitais nos principais centros urbanos do país, com grandes vazios assistenciais dentre outros.