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As ações de vigilância e controle de roedores devem ser executadas de forma temporária ou permanente, em área determinada (área-alvo), a fim de reduzir ou eliminar o risco iminente de transmissão de doenças (ou a própria doença), em particular, a leptospirose, devido às suas elevadas taxas de casos graves e letalidade. Essas ações devem ocorrer de forma programada, coordenada, em situações específicas, segundo critérios epidemiológicos, visando manter a população de roedor alvo sob determinadas restrições para sua diminuição, sua contenção e/ou seu equilíbrio, propiciando a eliminação (quando possível) ou a redução efetiva do risco de transmissão de doenças para os seres humanos.
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância, prevenção e controle de zoonoses: normas técnicas e operacionais [recurso eletrônico]. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Dentre os componentes que integram o manejo integrado de roedores urbanos, assinale a alternativa que contenha todos os itens CORRETOS.
Adoção de medidas preventivas e corretivas para diminuir ou erradicar a população de ratos com vistas à educação em saúde e adoção de medidas de controle (desinsetização).
Adoção de medidas de controle da população de ratos por meio da inserção de espécie exótica que seja predadora da espécie infestante.
Inspeção do local infestado, identificação da espécie(s) infestante(s) e adoção de medidas de controle (desratização).
Medidas preventivas para aumentar a população de ratos a fim de que os mesmos por meio do controle ambiental, diminuam a população quando acabar o alimento.
Manejo ambiental por meio do saneamento domiciliar com tratamento dos criadouros com larvicidas.