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No âmbito da vigilância epidemiológica, a identificação de caso suspeito de agravo de notificação compulsória desencadeia fluxo padronizado de registro, comunicação e resposta territorial. O Agente Comunitário de Saúde (ACS) integra a detecção precoce e a comunicação oportuna, articulando-se com a equipe da unidade para garantir o encaminhamento formal da notificação ao nível municipal, sem postergar medidas por ausência de confirmação laboratorial.
Considerando esse fluxo, assinale a alternativa CORRETA.
O ACS deve aguardar confirmação laboratorial para evitar registros indevidos, pois a notificação de suspeitas pode gerar demanda desnecessária para a vigilância.
Compete ao ACS encaminhar a suspeita diretamente à instância federal, uma vez que ações de controle são centralizadas e independem do nível local.
O ACS deve comunicar imediatamente a suspeita à equipe da unidade, para emissão da Ficha de Notificação e envio ao nível municipal nos prazos definidos, sem aguardar confirmação laboratorial.
A decisão de notificar casos suspeitos é discricionária do ACS, que pode optar por monitoramento comunitário antes do registro formal.
Antes de qualquer notificação, o ACS deve submeter a ocorrência ao Conselho Municipal de Saúde, por se tratar de controle social deliberativo.