

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O envelhecimento populacional brasileiro demanda uma reorganização das práticas da Atenção Primária à Saúde (APS), de modo a assegurar a integralidade, a longitudinalidade e a intersetorialidade do cuidado. A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) orienta que o cuidado seja pautado na preservação da autonomia funcional, na identificação precoce de fragilidades e na articulação entre os diferentes pontos de atenção da Rede de Cuidados à Pessoa Idosa (RCPI).
Nesse contexto, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) tem papel fundamental na vigilância das condições de vulnerabilidade, na mediação entre serviços e famílias e na educação em saúde voltada ao envelhecimento ativo.
Considerando as diretrizes da PNSPI e as atribuições do ACS no cuidado à pessoa idosa, aponte a alternativa INCORRETA.
O ACS deve reconhecer alterações cognitivas e funcionais indicativas de fragilidade e comunicar a equipe para avaliação interdisciplinar, contribuindo para o plano singular de cuidado.
A atuação do ACS deve contemplar ações educativas que estimulem o autocuidado, a socialização e a participação do idoso em atividades coletivas de convivência e promoção da saúde.
A vigilância das condições de saúde da pessoa idosa deve incluir a observação de fatores ambientais e relacionais que possam aumentar o risco de quedas, isolamento e perda de autonomia.
A atuação do ACS integra a lógica da atenção compartilhada, sendo orientada por protocolos institucionais e pelo princípio da corresponsabilidade entre usuários, equipe e família.
O ACS pode propor ajustes terapêuticos no plano de reabilitação funcional do idoso, desde que tenha conhecimento prévio das condutas e haja registro formal no prontuário eletrônico da unidade.