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Muito se fala do modelo de gestão de riscos de investimentos CAPM (Capital Assets Pricing Model). Ora rígido demasiadamente, ora otimista, ora quantitativo demais, é certo que desde sua proposição no final do século passado ele tem incorporado os cálculos de carteiras de investimento e auxiliado nas decisões financeiras que envolvam riscos.
Observe o quadro.
Percentuais de Gestão de Risco para Diferentes Projetos
Projetos | Risco "Social"(β) | Retorno sem risco | Retorno de Mercado |
ONG Q | 2% | 4% | 8% |
EMP X | 3% | 4% | 9% |
OCIP 10 | 1% | 4% | 10% |
Fonte: Elaborado pelo banca (2018).
Com base nesse quadro, é correto afirmar que os projetos
possuem risco financeiro, na medida em que demandam ganhos superiores ao retorno sem risco e iguais, ou superiores aos retornos de mercado.
apresentam valores diferentes de BETA, porém o projeto ONG Q é o que ostenta o maior risco geral por ter o maior valor de taxa de retorno esperado.
possuem taxas de retorno de mercado muito próximas, contudo o projeto EMP X é o que demanda maior retorno e, por isso, possui um maior risco geral.
apresentam o mesmo valor de retorno sem risco, porém o projeto OCIP 10 é o que pressupõe o menor risco geral por ter o menor valor de taxa de retorno.