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No dia 02/08/2013, o Ministério da Fazenda divulgou a seguinte notícia:
“As tarifas de importação de 14 setores voltarão ao patamar médio de 8% e 12%, a partir de 1º de outubro. A decisão, apresentada pelo ministro da Fazenda, tem a pretensão de gerar maior competitividade no mercado dos insumos básicos e permitir que a indústria de importação tenha custo mais baixo.Entre os setores abrangidos pela medida estão o de produtos siderúrgicos, químicos e têxteis, derivados de petróleo, material de transporte, vidros e artigos de borracha e plástico. O nível atual dessas tarifas está em torno de 25%, desde a sua elevação em setembro de 2012.”
(http://www.brasil.gov.br/economia‐e‐emprego/2013/08/tarifa‐de‐importacao‐ sera‐reduzida‐para‐aumentar‐a‐competitividade, acessado em 22/03/2014.)
Em termos de bem‐estar essa medida tende a
elevar o excedente do produtor interno devido ao peso morto causado pela superprodução provocada pela redução da tarifa.
elevar a receita do governo, pois as importações crescerão o que compensará a redução da tarifa.
elevar o excedente da economia, pois o ganho de excedente dos consumidores supera a perda de excedente de produtores internos e do governo.
reduz o excedente do consumidor devido ao excesso de demanda que pressiona os preços internos.
gera um peso morto pois o preço com tarifa se aproxima do preço mundial, o que gera perda de competitividade para os produtores internos.