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Considerando a teoria da firma na análise microeconômica, pode-se, então, afirmar como única afirmativa correta que:
considerando o fator trabalho como sendo o único insumo variável a curto prazo, e tendo-se uma curva de produção total, no estágio III desta curva, quando o produto total cai, a produtividade marginal do trabalho é positiva e decrescente;
de acordo com os fundamentos da microeconomia, a lei dos rendimentos decrescentes prevalece quando a firma tiver pelo menos um fator de produção fixo e, neste sentido, esta firma está operando no curto espaço de tempo;
a função de produção Cobb-Douglas apresentada por Q = aKb Lc tem rendimentos crescentes de escala quando b + c = 1, sabendo-se que Q = quantidade do produto, K = quantidade do fator capital, L = quantidade do fator trabalho, a = desenvolvimento tecnológico, b e c representam, respectivamente, a importância relativa do capital e do trabalho no processo produtivo;
a curto prazo tendo-se em forma de um U as curvas de custo marginal e de custo médio (total e variável), em virtude da lei dos custos crescentes, graficamente pode-se ver que o custo médio é crescente, enquanto a curva de custo marginal estiver abaixo da curva do custo médio;
a curva de custo médio de longo prazo também tem um formato em U como as curvas de custo médio (total e variável) de curto prazo, mas o formato da curva de custo médio de longo prazo é determinado pelas economias de escala, dado o fator fixo existente na planta da firma.