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A restrição externa de um país consiste no volume de divisas estrangeiras que o país consegue atrair para si, via comércio ou fluxos de capital, de forma a financiar suas importações. No que concerne às relações econômicas internacionais de um país,
“a lei do preço único” garante que os ganhos de comércio sejam partilhados por todos os países, uma vez que promove a livre concorrência e impede a exploração de ganhos de arbitragem.
uma melhoria nos termos de troca entre o país e o resto do mundo implica, ceteris paribus, um agravamento da restrição externa.
uma queda no diferencial entre as taxas de juros doméstica e internacional leva, ceteris paribus e em condições normais, a um relaxamento da restrição externa via maior influxo de capitais ao país.
de acordo com a teoria das vantagens comparativas, a competitividade comercial das nações varia de acordo com diferenças internacionais de clima, de disponibilidade de fatores de produção e de capacidade tecnológica.
a hipótese da deterioração dos termos de troca alega que o desenvolvimento econômico elevaria a demanda mundial por bens primários em detrimento dos bens manufaturados, uma vez que o fator terra é limitado enquanto a tecnologia baratearia crescentemente os bens manufaturados.