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Sobre o papel de “emprestador de última instância” nos planos nacional e internacional de funcionamento dos sistemas financeiros, é correto afirmar:
O Banco Central do Brasil é o executor da política monetária e, como tal, regula o volume de meios de pagamentos na economia, sendo os instrumentos tradicionais os swaps cambiais e as operações de mercado aberto.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) desempenha o papel de emprestador internacional de última instância, proporcionando liquidez contínua aos países para amenizar a volatilidade das moedas nacionais.
O Federal Reserve System (FED) dos Estados Unidos da América atua como emprestador de última instância de uma moeda de reserva internacional, o dólar norte-americano. Desde a crise de 2008, o FED vem perseguindo uma política de valorização do dólar, reduzindo seu balanço e enxugando a liquidez no sistema financeiro internacional.
O Banco Central do Brasil (BCB) provê ao sistema financeiro nacional um “colchão de liquidez”, reduzindo tanto o montante dos recolhimentos compulsórios quanto a taxa de redesconto em momentos de elevado risco sistêmico, como ocorreu nos primeiros meses da pandemia de Covid-19 em 2020.
O Plano Trienal em 1963, durante o governo João Goulart, aprovou legalmente a substituição da SUMOC pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil na gestão, normatização e regulação do sistema financeiro nacional.