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Desde 2009, a China ultrapassou os Estados Unidos como principal destino das exportações brasileiras, e, desde então, as exportações do Brasil para a potência asiática não pararam de crescer.
Sobre os fluxos econômico-comerciais entre Brasil e China desde a década de 2010 até a conjuntura atual, assinale a afirmativa correta.
Os investimentos chineses em infraestrutura no Brasil por intermédio de concessões ou project finance têm sido desvantajosos para as empresas chinesas.
Apesar da manutenção do superávit, a pauta exportadora do Brasil para a China é desequilibrada, pois o país fornece predominantemente commodities, recebendo bens manufaturados.
O aumento progressivo da complementaridade entre as duas economias é percebido como uma ameaça, pelos setores agroexportadores do Brasil, visto que a China, por ser o comprador majoritário das commodities brasileiras, impõe sua subprecificação.
A entrada inicial de capitais chineses no Brasil, em 2010, caracterizou-se pelo predomínio de investimentos privados chineses no setor de serviços financeiros, com o estabelecimento de bancos chineses no país.
A China evita investir na área energética e em infraestrutura, em função das desvantagens tarifárias e das restrições jurídicas para a obtenção de licenças de projetos nessas áreas, no país.