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De acordo com o PMBOK 7ª edição, na seção relativa ao domínio de desempenho da medição, tem-se que: as linhas de base mais comuns são custo e cronograma. Projetos que rastreiam um escopo ou linha de base técnica podem usar informações nas medidas de entrega. A maioria das medidas do cronograma rastreia o desempenho real em relação ao desempenho planejado em termos de, dentre outras medidas, a Variação de Prazos (VPR). Uma VPR simples é determinada observando-se o desempenho no caminho crítico; quando usada com o Gerenciamento do Valor Agregado, é a diferença entre o valor agregado e o valor planejado.
Considere que a Prefeitura de São Paulo esteja implementando um projeto de modernização da iluminação pública, substituindo lâmpadas tradicionais por luminárias de LED mais eficientes. O projeto foi planejado para ser concluído em 5 meses, com um custo total de R$ 500.000,00. Para acompanhar o progresso, a equipe de gestão de projetos utiliza a técnica de Gerenciamento de Valor Agregado (EVM), recomendada pelo PMBOK 7ª edição. No final do terceiro mês, os seguintes dados foram coletados:
Dessa forma, a Variação de Prazos (VPR) no projeto tem o valor de
R$ 50.000, indicando que o trabalho está dentro do prazo planejado.
-R$ 50.000, indicando que o trabalho está atrasado em relação ao planejado.
R$ 30.000, indicando que o trabalho está adiantado em relação ao planejado.
-R$ 30.000, indicando que o trabalho está atrasado em relação ao planejado.
-R$ 80.000, indicando que o trabalho não conseguirá atingir o prazo planejado.


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