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A insegurança alimentar é influenciada por renda, preços relativos, emprego e políticas públicas. Choques em preços de alimentos podem ter grande efeito distributivo, pois a elasticidade-renda e a participação de alimentos no orçamento são maiores para famílias pobres, ampliando vulnerabilidade. Nesse contexto, a combinação que tende a piorar a insegurança alimentar no curto prazo é:
Aumento de desemprego com inflação de alimentos acima da inflação geral.
Queda dos preços de alimentos e expansão de transferências.
Queda do desemprego e aumento real do salário mínimo.
Apreciação cambial com aumento de produtividade agrícola.