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Leia o texto a seguir.


Em 2024, apesar de uma melhoria na contabilidade primária das contas públicas em relação a 2023 e de um crescimento do PIB superior a 3% pelo quarto ano consecutivo, o Real enfrentou alta volatilidade e encerrou o ano com uma desvalorização de 21,82% em relação ao Dólar. […] As taxas de juros futuras indicam uma Selic em ascensão, rumo aos 16%, e as expectativas de inflação estão desancoradas, com o IPCA para 2025 sendo frequentemente revisado para cima, em direção aos 6%.


MANOEL, Alexandre. Intensificação do regime de dominância fiscal no Brasil em 2024. Blog do IBRE, 2 jan. 2025. Disponível em: https://blogdoibre.fgv.br. Acesso em: 30 jan. 2026.


À luz do contexto descrito e considerando os instrumentos de política econômica sob responsabilidade do Poder Executivo, a estratégia mais consistente para mitigar pressões inflacionárias e reduzir riscos macroeconômicos é


A

assumir uma política fiscal expansionista, elevando gastos correntes, para sustentar a demanda e compensar o aperto monetário.


B

adotar política fiscal expansionista contracíclica, supondo que a alta dos juros neutralize automaticamente seus impactos sobre a inflação.


C

substituir o ajuste fiscal por medidas cambiais, atribuindo ao Banco Central, de forma exclusiva, o controle da inflação.


D

reforçar política fiscal contracionista, com consolidação das contas, contenção de despesas e sinalização de sustentabilidade da dívida.